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DIVULGAÇÃO
AF02 - Capacitação Digital de Docentes - Nível 2 - 25
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. 468AF02-26 Inscrições abertas até 01-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134907/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 07-04-2026
Fim: 02-06-2026
Regime: b-learning
Local: Videoconferência/ESAB
Formador
Agostinho Pereira de Andrade
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.
Conteúdos
- Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.
Metodologias
Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho Autónomo: Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA EditoraLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial das Escolas Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição; 2.º Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial das Escolas Não Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 26-05-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 09-06-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 22:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF32 - Pensamento computacional na Matemática com programação em Scratch
Docentes dos Grupos de Recrutamento 230 e 600
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500
O pensamento computacional já é considerado competência essencial que todos os estudantes devem desenvolver (P21's Framework for 21st Century Learning, 2015; ISTE Standards for Students, 2016), à semelhança do que foram no passado a leitura e a escrita, ou a realização de operações aritméticas.O pensamento ...
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Ref. 427AF32- 25-26 Inscrições abertas até 13-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133230/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 15-04-2026
Fim: 03-06-2026
Regime: e-learning
Local: Plataforma ZOOM
Formador
Filipe Gonçalves Galego
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
O pensamento computacional já é considerado competência essencial que todos os estudantes devem desenvolver (P21's Framework for 21st Century Learning, 2015; ISTE Standards for Students, 2016), à semelhança do que foram no passado a leitura e a escrita, ou a realização de operações aritméticas.O pensamento computacional enquadra-se na área de competências Saber científico, técnico e tecnológico do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. As novas Aprendizagens Essenciais da Matemática referem o desenvolver a capacidade de pensamento computacional como sendo um dos oito objetivos que todos os alunos devem conseguir atingir para aprender Matemática no século XXI. Estas práticas são imprescindíveis na atividade matemática e dotam os alunos de ferramentas que lhes permitem resolver problemas, em especial relacionados com a programação. Assim sendo, é urgente e imprescindível formar os professores de Matemática nesta área, para que possam incorporar o pensamento computacional na sua prática letiva, através de atividades que promovam aprendizagens significativas, recorrendo à programação, fomentando, assim, a melhoria da literacia digital dos alunos e o desenvolvimento de capacidades transversais ao currículo. O Scratch permite que os alunos dos vários ciclos de ensino aprendam a programar e desenvolvam a capacidade de pensamento computacional de uma forma simples e divertida. Desta forma podem aprender e desenvolver várias competências sem esforço.
Objetivos
Pretende-se com esta ação que os professores adquiram competências ao nível da programação com Scratch dando-lhes a conhecer novas metodologias de aprendizagem a utilizar nas suas práticas pedagógicas, de acordo com o nível de escolaridade dos seus alunos. Pretende-se que o professor: domine a programação por blocos, recorrendo ao Scratch; planifique atividades que desenvolvam o pensamento computacional e que as implementem em contexto sala de aula; crie soluções codificadas, articulando o pensamento computacional com as áreas curriculares do ensino básico, e as programe em ferramentas de programação por blocos.
Conteúdos
Módulo 1: Competências para o Séc. XXI e Pensamento Computacional (2 horas) - Enquadramento e informação sobre os conteúdos da formação - Competências para o Séc. XXI no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória - Pensamento computacional e as Aprendizagens Essenciais. Módulo 2: Programação em Scratch (15 horas) - Introdução ao Scratch Comunidade e site oficial - Criar com Scratch Interface e funcionamento - Programação com Scratch Realização de atividades dirigidas - Criação autónoma de projetos em Scratch Módulo 3: A Matemática e o Scratch (7 horas) - Análise de conteúdos matemáticos que podem ser lecionados com Scratch. - Planificação e conceção de recursos promotores do pensamento computacional. Módulo 4: Programação para além do Scratch (1 hora) - Exemplificação de programação em Python nas calculadoras gráficas
Metodologias
Serão usadas metodologias que fomentem a proatividade dos formandos e que conjuguem as exposições com atividades de prática: 1. Apresentação e exploração das diversas temáticas constantes dos conteúdos; 2. Realização de exercícios práticos num ambiente colaborativo, de partilha e reflexão; 3. Trabalho colaborativo em pequeno no grupo para a construção recursos.
Avaliação
Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, nº2 do artº do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da ação); - Trabalho individual de aplicação de conhecimentos. Com os seguintes Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%)
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação:
Bibliografia
Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfAprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Básico https://www.dge.mec.pt/noticias/consulta-publica-aprendizagens-essenciais-de-matematica-do-ensino-basico- Galvin, C. (2009). O eTwinning na sala de aula: uma mostra de boas práticas. Bruxelas: Serviço Central de Apoio eTwinning, European Schoolnet. Acedido em 20/09/2013. http://resources.eun.org/etwinning/80/PUBLICATION_eTwinning_in_the_classroom_EN.pdf .Resnick, M. (2007). Sowing the Seeds for a More Creative Society. Learning and Leading with Technology. https://web.media.mit.edu/~mres/papers/Learning-Leading-final.pdfBrennan, K., Chung, M., & Hawson, J. (2011). Computação criativa uma introdução ao pensamento computacionalbaseada no conceito de design. (Tradução de Teresa Marques). http://projectos.ese.ips.pt/cctic/wp-content/uploads/2011/10/Guia-Curricular-ScratchMIT-EduScratchLPpdf.pdfWing, J. M. (2006). Computational thinking. CACM, 49(3), 33-35. https://www.cs.cmu.edu/~15110-s13/Wing06-ct.pdf
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Docentes dos grupos de recrutamento 230 e 500 das Escolas Associadas do CFAE Minerva, por ordem de Inscrição; 2.º Docentes dos grupos de recrutamento 230 e 500 das outras Escolas , por ordem de Inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
AF87 - Saúde Mental na Escola: Promoção do Bem-Estar através de Projetos Educativos
Curso
25.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A crescente incidência de situações de ansiedade, stress e mal-estar psicológico em contexto escolar evidencia a urgência de capacitar docentes e técnicos para lidar com os desafios da saúde mental na comunidade educativa. As escolas assumem hoje um papel central na prevenção e promoção do bem-estar, sendo ...
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Ref. 479AF87- 25-26 Inscrições abertas até 10-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137621/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 15-04-2026
Fim: 17-06-2026
Regime: Presencial
Local: CFAE MINERVA
Formador
Ricardo André Nunes de Sousa Pereira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
A crescente incidência de situações de ansiedade, stress e mal-estar psicológico em contexto escolar evidencia a urgência de capacitar docentes e técnicos para lidar com os desafios da saúde mental na comunidade educativa. As escolas assumem hoje um papel central na prevenção e promoção do bem-estar, sendo fundamentais abordagens sistémicas e colaborativas. Esta ação pretende responder a uma necessidade identificada no terreno: a falta de formação estruturada que una literacia em saúde mental, estratégias de autocuidado e práticas de promoção do bem-estar no ambiente educativo. Ao promover competências de regulação emocional, empatia, comunicação consciente e trabalho colaborativo, a formação contribui para o desenvolvimento de escolas emocionalmente seguras e humanizadas. A proposta articula teoria e prática, valorizando a criação de projetos educativos concretos que integrem o bem-estar nos planos de turma e nos Projetos Educativos das Escolas, alinhando-se com as orientações da DGE, do Plano Nacional de Saúde Mental e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.
Objetivos
- Promover a literacia em saúde mental e bem-estar entre docentes e técnicos. - Capacitar os participantes para identificar sinais de mal-estar psicológico e emocional. - Desenvolver competências de autoconsciência, regulação emocional e prevenção do burnout. - Fomentar práticas de regulação, empatia e comunicação consciente em contexto escolar. - Explorar metodologias de promoção do bem-estar aplicáveis à sala de aula e à comunidade educativa. - Capacitar para a conceção, implementação e avaliação de projetos educativos de saúde mental e bem-estar. - Estimular o trabalho colaborativo entre docentes, técnicos e parceiros locais, potenciando uma cultura escolar de apoio mútuo e equilíbrio emocional.
Conteúdos
Módulo 1 - Saúde Mental na Escola: Compreender para Agir (5h) ● Conceitos fundamentais de saúde mental, bem-estar e desafios emocionais em contexto escolar. ● Fatores de risco e de proteção em contexto educativo. ● O papel da escola e dos profissionais na promoção da saúde mental. ● Políticas e referenciais nacionais: Plano Nacional de Saúde Mental, ENEC e PASEO. ● Atividades práticas: mapeamento dos fatores de risco e de proteção da escola e identificação precoce de sinais de alerta, nomeadamente em alunos com possíveis problemas de saúde mental. Módulo 2 - Cuidar de Quem Cuida: Bem-Estar e Autocuidado Docente (5h) ● Stress, ansiedade e burnout na docência. ● Estratégias de autorregulação e autocuidado como ferramentas de bem-estar docente. ● Práticas de respiração e pausa consciente. ● Práticas guiadas e reflexão: plano pessoal de autocuidado e promoção de bem-estar. Módulo 3 - Educação Emocional e Clima de Sala de Aula (5h) ● Literacia emocional e promoção de atitudes de empatia, autorregulação e bem-estar relacional. ● Comunicação empática e escuta ativa. ● Prevenção e resolução de conflitos através de estratégias de diálogo e mediação. ● Criação de ambientes seguros e de pertença. ● Atividade prática: prática de estratégias de mediação de conflitos em sala de aula, construção de ferramentas como a Caixa de Emoções ou Diário do Clima de Turma. Módulo 4 - Projetos Educativos para o Bem-Estar (5h) ● Modelos e boas práticas de promoção de saúde mental em contexto escolar. ● Planeamento e implementação de projetos. ● Envolvimento da comunidade educativa e parcerias locais. ● Avaliação do impacto e sustentabilidade. ● Trabalho de grupo: conceção de um mini projeto de promoção do bem-estar aplicável à realidade escolar. Módulo 5 - Apresentação e Partilha de Projetos (5h) ● Apresentação e partilha dos projetos realizados. ● Feedback entre pares e reflexão sobre aprendizagens. ● Integração dos projetos nos Planos de Melhoria ou Projeto Educativo da Escola. ● Atividade final: reflexão pessoal sobre aprendizagens e compromisso de ação futura.
Metodologias
A ação combina momentos teóricos, vivenciais e colaborativos, numa abordagem dinâmica e experiencial. Será utilizada metodologia ativa e participativa, com exposição dialogada, análise de casos reais e dinâmicas de grupo. Os formandos participarão em exercícios práticos, reflexões orientadas e trabalhos colaborativos, culminando na conceção e apresentação de um projeto educativo de promoção do bem-estar. O processo formativo valoriza a integração entre teoria e prática, promovendo aprendizagens significativas e aplicáveis ao contexto escolar. A avaliação será contínua e formativa, considerando a participação, as reflexões, trabalhos ou projetos desenvolvidos ao longo da ação e a reflexão crítica final.
Avaliação
A avaliação dos/as formandos/as será realizada na escala de 1 a 10, em conformidade com o Despacho n.º 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, e com o disposto no Regime Jurídico da Formação Contínua, n.º 2 do artigo 9.º do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de janeiro, bem como com a Carta Circular CCPFC-3/2007 setembro. A obtenção de classificação final depende da frequência mínima de 2/3 das horas totais de formação presencial. Parâmetros de Avaliação - Empenho e participação nas sessões: 25% - Trabalhos produzidos e contributos colaborativos: 25% - Reflexão crítica individual sobre a formação e aprendizagens consolidadas: 50%
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
DGE (2022). Educação para o Bem-Estar e Saúde Mental nas EscolasOrdem dos Psicólogos Portugueses (OPP) (2022). Escola saudavelmente: Boas práticas em saúde psicológica, bem-estar, sucesso educativo e inclusão. Lisboa: OPP.Taveira, M. C. M. (2025). Promoção da Saúde Mental nas Escolas: Perceções, Atitudes e Estratégias de Professores e Profissionais de Saúde Escolar.UNICEF Portugal (s.d.). Saúde Mental A Escola como Lugar SeguroWeare, K. (2015). Promoting Mental, Emotional and Social Health: A Whole School Approach. Routledge.
Observações
Critérios de Seleção: 1.º - Docentes das Escolas Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição; 2,º - Docentes das Escolas Não Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 24-06-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF67 - Questões práticas de gestão e administração escolar - Relações laborais e Contratação Pública
Lideranças das Escolas
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Com as alterações introduzidas na legislação do trabalho em funções públicas designadamente em matérias de tempos de não trabalho e no regime disciplinar, aliadas à crescente importância e complexidade das matérias de contratação pública, mormente no domínio da aquisição de serviços, assomam-se novos ...
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Ref. 454AF67 - 2025-2026 Inscrições abertas até 15-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133195/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 17-04-2026
Fim: 29-05-2026
Regime: e-learning
Local: ZOOM
Formador
Vasco José da Silva Cavaleiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
Com as alterações introduzidas na legislação do trabalho em funções públicas designadamente em matérias de tempos de não trabalho e no regime disciplinar, aliadas à crescente importância e complexidade das matérias de contratação pública, mormente no domínio da aquisição de serviços, assomam-se novos desafios aos órgãos e serviços de administração e gestão escolar. Neste sentido, esta ação visa dotar os formandos dos quadros normativos em matéria de contratação de pessoas, bens e serviços, colocando o enfoque na realidade da Escola e nos atos dos seus órgãos e agentes..
Objetivos
- Identificar e compreender as alterações da LTFP (aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20/06), as regras orçamentais e de contratação pública em matéria de aquisição de serviços e os requisitos a que deve obedecer a elaboração de peças procedimentais na aquisição de bens e serviços. - Análise das principais novidades da LTFP em matérias de tempos de não trabalho e regime disciplinar. - Reconhecer e compreender as regras da aquisição de serviços, prévias à decisão de contratar. - Reconhecer e compreender os requisitos formais e materiais das peças do procedimento em matéria de contratação de bens e serviços: Programa/Convite e Caderno de Encargos.
Conteúdos
I) Férias, faltas e licenças na LTFP 6 h 1.1. Duração e organização do tempo de trabalho 1.2. Férias (direitos e duração) 1.3. Faltas (Justificação e doença) 1.4. Licenças 1.5. Subsídio de Natal e Férias II) O procedimento disciplinar d o trabalhador em funções públicas 7 h 2.1. Deveres do trabalhador: deveres gerias e deveres especiais de doc entes e pessoal não docente 2.2. Conceito de infração disciplinar 2.3. Caducidade e prescrição (infração disciplinar, direito de instaurar procedimento disciplinar e procedimento disciplinar) 2.4. Sanções disciplinares 2.5. Determinação da sanção disciplinar 2.6. Os procedimentos disciplinares 2.6.1 O processo disciplinar comum: instauração, instrução, defesa e decisão 2.6.2. Os procedimentos disciplinares especiais: inquérito e sindicância; averig uações; revisão e reabilitação 2.7. O professor instrutor 2.8. Garantias do trabalha dor em funções públicas III) Como elaborar um Convite e um Caderno de Encargos no Ajuste Direto 6 h 3.1. As peças procedimentais 3.2. O cariz regulamentar e os elementos obrigatórios do convite 3.3. Cláusulas jurídicas e especificações técnicas do Caderno de Encargos IV) Regras para a aquisição de serviços pela Escola 6 h 4.1. Noção e tipos de prestação de serviços 4.2. Enquadramento e evolução legislativa. 4.3. Do Parecer Prévio à contratação OE 2015 e Portaria n.º 20/2015, de 04.02. 4.3.1. Âmbito de aplicação 4.3.2. Formalismo do pedido de Parecer Exemplo prático. 4.3.3. Comunicação de serviços. 4.4. Fiscalização e sanções. 4.5. O seu regime no CCP
Metodologias
- Distribuição de diferentes tipos de doc umentação produzida pelo formador no campo teórico e prático; - Troca de experiências e construção de saberes em grupo; - Utilização do método demonstrativo na resolução de traba lhos teóricos ou práticos sobre os conteúdos do plano da ação; - Utilização do método interrogativo na avaliação de questões; - Utilização do método expositivo na apresentação da estrutura legislativa aplicável; - Intervenção permanente dos participantes, na colocação de questões pertinentes r elativas às matérias teóricas ou práticas abordadas; - Apresentação de estudos de caso e trabalho de grupo, privilegiando o debate e esclarecimento de dúvidas no final de cada sessão;
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
Legislação aplicávelFerreira B. & Torres, L. (2012),Perfil de liderança do diretor de escola em Portugal: modos de atuação e estratégias de regulação da cultura organizacional. RBPAE, 28 (1), 86-111Lima, L. (1999), Construindo modelos de gestão escolar. Cadernos de Organização e Gestão CurricularMintzberg, H. (2010). Estrutura e Dinâmica das Organizações, Lisboa, Ed. D. QuixoteCódigo do Processo Administrativo
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-04-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 17-04-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 08-05-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 22-05-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
AF40 - Práticas e Técnicas Educativas para atingir o Sucesso Escolar
Curso
15.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
A realização desta Ação de formação tem como principal objetivo delinear um plano estratégico com várias ações a implementar por todos os atores educativos para que todos se sintam bem e como parte que contribui para o sucesso nas aprendizagens.
Compreender as diferentes estratégias que menorizem os ...
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Ref. 456AF40 - 2025-2026 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130269/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15.0 horas
Início: 20-04-2026
Fim: 18-05-2026
Regime: e-learning
Local: ZOOM
Formador
Patrícia Isabel Pinto Mano
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
A realização desta Ação de formação tem como principal objetivo delinear um plano estratégico com várias ações a implementar por todos os atores educativos para que todos se sintam bem e como parte que contribui para o sucesso nas aprendizagens. Compreender as diferentes estratégias que menorizem os conflitos, a descriminação, as atitudes derrotistas é fundamental para que todos sintam a escola de uma maneira positiva. Desta forma, é necessário dotar os professores dessas ferramentas de forma a: - Reconhecer as próprias motivações que conduzem às relações de conflito e aumentar a cooperação nas relações interpessoais; - Identificar os danos que estes fenómenos causam às suas vidas promovendo uma melhor compreensão do comportamento menos adequado dos formandos; - Ajudar os alunos a conquistar os seus objetivos e entenderem a importância do conhecimento no seu desenvolvimento pessoal e intelectual; - Saberem como lidar com diversas formas de agressão; - Ajudar os alunos em risco de exclusão ou com outras patologias detetadas a desenvolver competências tendo em conta as suas limitações;
Objetivos
Os efeitos que se pretende produzir operacionalizam-se aos níveis de: A) Mudança de Atitudes: A ação tem como objetivo discutir de forma aprofundada conceitos básicos que se relacionam com disciplina positiva e gestão de conflitos e Inclusão; B) Mudança de Práticas: Na prática os professores podem encontrar dificuldades, particularmente aos níveis das metodologias e das Estratégias Pedagógicas. Daí que entendemos que será possível identificar e colocar em prática um conjunto de estratégias e metodologias que permitam uma maior eficácia no trabalho conjunto e em equipa dos professores mesmo sendo de áreas de formação base diferentes; C) Partilhar e Refletir sobre as práticas educativas já desenvolvidas em sala destes temas refletindo na importância das estratégias definidas e a partilha de ideias com todos os agentes educativos; Delinear um Plano prático de Ação para que exista uma diminuição significativa dos conflitos de comunicação, consolidando assim o ambiente produtivo de trabalho.
Conteúdos
1. Disciplina Positiva 3 Horas 1.1. A abordagem positiva: Noções prévias 1.2. Alguns conceitos básicos 1.3. Crianças como seres sociais 1.4. Uma criança mal comportada é uma criança desencorajada 1.5. Erros: excelente oportunidade para aprender 1.6. Utilizar o encorajamento de modo eficaz 1.7. Encorajamento versus elogio 1.8. Encorajamento versus crítica 1.9. Consequências lógicas e naturais 1.10. Reuniões de Turma 1.10.1. Objetivos 1.10.2. Algumas finalidades 1.10.3. Modo de funcionamento 1.10.4. Atitudes e competências do professor 1.11. Exemplo de atividades 2. Gestão de Conflitos em Contexto Escolar 3 Horas 2.1. O conflito 2.1.1. Caraterização de uma situação conflituosa 2.1.2. Diferentes tipos de conflito 2.1.3. Prevenir o conflito em contexto escolar 2.1.4. Elementos potencialmente conflituosos 2.1.5. Estratégias para prevenir conflitos 2.1.6. Gerir o conflito em contexto escola 2.1.7. Estratégias para a gestão do conflito 2.1.8. Diferentes fases para a resolução adequada do conflito 2.1.9. Vantagem de gerir adequadamente um conflito 3. Diferenciação Pedagógica 3.1. Definição de Diferenciação Pedagógica 3.2. Conceito de Coadjuvância em Sala de Aula 3.3. Comunicação Eficaz 3.4. Produtividade Pessoal e Profissional 3.5. Identificar a forma e os conflitos da comunicação 3.6. Construir e consolidar o ambiente produtivo 3.7. Interação com os Alunos 3.8. Como atingir todos os Objetivos Pedagógicos de uma forma eficaz 4. Promoção de Competências em Contexto Escolar 3 Horas 4.1. As competências emocionais; 4.2. Atividades de desenvolvimento emocional e afetivo: 4.2.1. Consciência emocional; 4.2.2. Controlo emocional; 4.2.3. Auto-estima e auto-confiança; 4.2.4. Relacionamento interpessoal positivo; 4.2.5. Resolução de problemas e tomada de decisões. 4.3. Técnicas e procedimentos para lidar com demandas críticas de relacionamento interpessoal; 4.4. Simulações e práticas de treinamento de competências sociais. 5. Trabalho Colaborativo 3 Horas 1. Princípios orientadores da experiência pedagógica 2. Principais conceitos associados 3. A importância do trabalho colaborativo no contexto da experiência 4. A articulação do currículo numa escola em mudança: o como da experiência 5. Vantagem do Trabalho colaborativo entre docentes 6. Principais constrangimentos e gestão dos conflitos associados
Metodologias
A metodologia de formação deve necessariamente permitir a adaptação dos conteúdos à experiência e à vivência profissional dos participantes. Deve combinar de forma criteriosa momentos de exposição, com momentos de aplicação prática em exercícios individuais e/ou em grupo, debates, casos práticos. Com esta abordagem garante-se o envolvimento dos participantes, bem como um elevado índice de retenção de conhecimentos. Esta reflexão crítica favorece a partilha de saberes, de práticas e de experiências, conjugando a exposição do diálogo com a participação pro-ativa dos participantes, bem como a prática simulado baseada em casos reais. Assim o desenvolvimento desta ação baseia-se em sessões presenciais conjuntas de exposição teórica das diferentes temáticas e de apresentação dos resultados obtidos para consolidação dos desempenhos e sessões de trabalho autónomo para concretização no terreno
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas. Os formandos serão avaliados em função da estruturação de um portefólio (grupo) e de um relatório de reflexão (individual), que traduza todo o trabalho produzido nas sessões presenciais e não presenciais, tendo em conta a pertinência e adequabilidade dos materiais produzidos, criatividade, organização, atualidade e apresentação. Os formandos serão avaliados quantitativamente, numa escala de 1 a 10, segundo as orientações do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de Maio e do Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua, do Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua. A avaliação/classificação de cada formando obedece aos critérios aprovados pela Comissão Pedagógica para esta modalidade de formação, com a seguinte valoração: - 25% - participação nas tarefas das sessões; - 50% - produção de trabalhos e/ou materiais elaborados nas sessões; - 25% - reflexão crítica/memória final, de acordo com o documento orientador fornecido pelos formadores.
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
Alexander, J. (2007). Agressividade na escola. Bullying. Um guia essencial para pais. Lisboa: Editorial PresençaAlmeida, A.T. (2010). Bullying: «O caminho que medeia entre o conhecimento e a compreensão do problema». In Estudos em homenagem a Rui Epifânio. Coimbra: Almedina.Amado, João da Silva; FREIRE, Isabel Pimenta (2002), Indisciplina e Violência na Escola Compreender para Prevenir, Porto, Edições Asa.Benavente, Ana (coord.) (1993), Mudar a Escola Mudar as Práticas, Lisboa, Escolar Editora.Cunha, P. (2001). Conflito e Negociação. Porto: Asa
Observações
Critérios de seleção: 1.º - Docentes das Escolas Associadas do CFAE MINERVA; 2.º - Docentes das Entidades Parceiras do CFAE Minerva; 3.º - Outros Docentes.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
AF06 - Cenários de aprendizagem ativa para a transição digital
Ação de Formação com utilização da IA
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital e a inovação na educação. Para tirar partido das tecnologias digitais é essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de competências digitais enfatizando que o ...
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Ref. 462AF06 - 25-26 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125113/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 20-04-2026
Fim: 20-05-2026
Regime: b-learning
Local: Videoconferência/ESAB
Formador
João José Marques Pimentel Leal
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital e a inovação na educação. Para tirar partido das tecnologias digitais é essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de competências digitais enfatizando que o verdadeiro potencial das tecnologias digitais reside na mudança de foco do processo de ensino: de processos dirigidos pelo educador para processos centrados no aprendente (DigComEdu, 2018, p.20). Com o intuito de contribuir para a criação de condições favoráveis a práticas educativas, a Direção-Geral da Educação disponibiliza um conjunto de ações de formação que permitem apoiar os professores e as escolas na criação de cenários de aprendizagem para a transição digital. A conceção destes cenários pretende ajudar a criar uma resposta aos novos desafios que se colocam à educação, à escola e aos professores do século XXI, de modo que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (cf. Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho e Decreto-Lei 55/2018 de 6 de julho).
Objetivos
1. Promover o desenvolvimento, aprofundamento de competências digitais dos docentes, tendo em vista tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu. 2. Compreender a pertinência do desenvolvimento de práticas pedagógicas apoiadas em processos de aprendizagem ativa, no contexto atual de ensino e de aprendizagem; 3. Ser capaz de construir e desenvolver, reflexivamente, cenários de ensino e de aprendizagem inovadores, nomeadamente: Refletir sobre os principais desafios e tecnologias emergentes com impacto sobre o ensino e a aprendizagem, sobre a prática dos professores, e sobre os alunos; Refletir sobre o nível de proficiência digital relativamente à utilização pedagógica das TIC; Criar ou adaptar cenários de aprendizagem e utilizá-los com os alunos; Criar e desenvolver Atividades de Aprendizagem centradas no aluno; Experimentar uma história de aprendizagem ajustada ao contexto educativo; Conhecer processos de avaliação e validação das intervenções a desenvolver nas escolas e/ou nas salas de aula; Promover, nas salas de aula e nas escolas portuguesas, a reflexão crítica sobre a implementação destas práticas pedagógicas inovadoras.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0 - Apresentação e introdução à temática Conteúdos da ação de formação. Estrutura e metodologias da ação de formação. Ferramentas a explorar no decurso da ação de formação. Documentos de enquadramento das políticas educativas atuais. Módulo 1 - Identificação de parceiros e tendências: Aspetos gerais sobre o projeto Future Classroom Lab (FCL) da European Schoolnet. Toolkit do projeto Future Classroom Lab: conjunto alargado de ferramentas e recursos que orientam para a construção e implementação de Cenários de Aprendizagem (http://bit.ly/Toolkit-FCL). Identificação de parceiros para a constituição do grupo de indivíduos interessados na criação do Cenário de Aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 1 do Toolkit FCL). Tendências a considerar para a construção de um Cenário de Aprendizagem. Módulo 2 - Aferição do nível de proficiência digital: Referenciais para aferir o nível de proficiência dos professores e da escola na utilização das TIC. Guia de referência do Modelo de Sala de Aula do Futuro (Conjunto de Ferramentas 2 do Toolkit FCL). Módulo 3 - Conceção de cenários de aprendizagem: Recursos, orientações e ferramentas para a conceção de um cenário inovador de ensino e de aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 3 do Toolkit FCL). Descritores do Modelo para a Conceção de Cenários de Aprendizagem. Módulo 4 - Conceção de atividades de aprendizagem: Conceção de Atividades de Aprendizagem inovadoras e aliciantes para serem desenvolvidas com os alunos na sala de aula ou em outros ambientes de aprendizagem. Ferramenta Learning Designer para a construção das Atividades de Aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 4 do Toolkit FCL). Módulo 5 - Avaliação da inovação e das atividades de aprendizagem: Orientações para a implementação e avaliação da inovação pretendida, bem como a sua validação (Conjunto de Ferramentas 5 do Toolkit FCL). Rubricas para a avaliação das Atividades de Aprendizagem. Módulo 6 - Apresentação dos trabalhos e reflexão final: Autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido - guião de autorreflexão. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação
Metodologias
Presencial: Sessões: A oficina de formação irá decorrer na modalidade de b-Learning com a primeira e última sessão em regime presencial e as restantes em regime de sessões síncronas, com a seguinte distribuição: 25 horas de trabalho conjunto: distribuídos em 6 horas presenciais (a primeira e a última sessão) e 19 horas não presenciais síncronas; Nas sessões de trabalho em regime não presencial, o formador irá recorrer à plataforma Moodle e a sistemas de videoconferência para a apresentação dos conteúdos, exemplificação e/ou demonstração das aplicações a abordar, discussão, colaboração, reflexão e partilha com os formandos. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos. Excelente (de 9 a 10 valores) Muito Bom (de 8 a 8,9 valores) Bom (de 6,5 a 7,9 valores) Regular (de 5 a 6,4 valores) Insuficiente (de 1 a 4,9 valores) Os formandos serão avaliados com os seguintes critérios: Participação e contributos demonstrados ao longo das sessões: 40% Trabalho de aplicação de conteúdos: 60%
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação.
Bibliografia
Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: quadro europeu de competência digital para educadores. Aveiro: UA.ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfSítio online do projeto Future Classroom Lab https://fcl.eun.org/
Observações
Critérios de Seleção: 1.º - Professores dos Ensinos Básico e Secundário das Escolas Associadas do CFAE Minerva por ordem de inscrição; 2.º - Professores dos Ensinos Básico e Secundário das Entidades Parceiras do CFAE Minerva por ordem de inscrição; 3.º - Professores dos Ensinos Básico e Secundário de outras Escolas por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
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