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DIVULGAÇÃO
AF41 - A tecnologia ao serviço da educação na melhoria do equilíbrio na atividade profissional e no desenvolvimento pessoal
Curso
25.0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
Nos últimos anos, a integração crescente da tecnologia no ambiente educativo tem transformado profundamente a forma como os professores desempenham as suas funções. Embora esta digitalização traga inegáveis benefícios em termos de eficiência e produtividade, também levanta desafios significativos, ...
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Ref. 463AF41 - 2025-2026 Inscrições abertas até 13-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129974/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 18-02-2026
Fim: 29-04-2026
Regime: b-learning
Local: None
Formador
Paulo Sérgio Azevedo Ribeiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Nos últimos anos, a integração crescente da tecnologia no ambiente educativo tem transformado profundamente a forma como os professores desempenham as suas funções. Embora esta digitalização traga inegáveis benefícios em termos de eficiência e produtividade, também levanta desafios significativos, nomeadamente no que diz respeito ao equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e relacionamento com os alunos. Cada vez mais se torna necessário garantir um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, só dessa forma podemos ter profissionais mais motivados e com capacidade de entregar uma maior qualidade de ensino aos seus alunos. Estando a tecnologia presente no nosso quotidiano, pretende-se usar a mesma no sentido de equilibrar a gestão de tempo, a automatização de tarefas, a realização de práticas, que permitam ao docente ter tempo de qualidade e capacidade de resposta às relações humanas que são vitais nesta profissão. Procurando ir de encontro às necessidades manifestadas pelos docentes, propõe-se uma ação que visa dotar os docentes de conhecimentos práticos, ferramentas e técnicas que lhes permita reduzir o tempo de execução de tarefas de maneira a garantir a harmonia entre o trabalho e a vida pessoal. Utilizar ferramentas facilitadoras do trabalho colaborativo, de flexibilidade curricular e de Inteligência Artificial que vão de encontro da promoção do sucesso escolar. Com esta ação de formação pretende-se apresentar algumas ferramentas digitais que podem impactar a forma de como ajudar os alunos a utilização correta das ferramentas digitais.
Objetivos
- Promover o equilíbrio, a satisfação e a eficácia entre vida pessoal e profissional, a fim de prevenir o stress no local de trabalho e a promover o bem-estar; - Utilizar ferramentas online para refletir e atualizar a abordagem de ensino, enquanto aprende a maximizar os seus pontos fortes para evoluir como professor; - Praticar técnicas eficazes de comunicação e atenção plena, bem como experimentar ferramentas de gestão criativas; - Trocar experiências didáticas e pedagógicas; - Estabelecer limites saudáveis para lidar com o excesso de trabalho, como desconectar-se; totalmente quando o dia na sala de aula terminar; - Técnicas de gestão de tempo e priorização de tarefas; - Definição de limites entre a vida profissional e a vida pessoal; - Comunicação assertiva e mentalidade evolutiva; - Integrar as TIC no processo de ensino/aprendizagem e no trabalho colaborativo entre pares.
Conteúdos
A ação estrutura-se em cinco momentos-chave que se complementam: 1.º Momento Presencial (2 horas presenciais) Apresentação do curso, formandos e formadores Identificação de necessidades e objetivos para cada participante 2.º Momento. (10 horas online síncrono e assíncrono) - Ser Professor: você é o professor que deseja ser? Análise SWOT para professores (2 horas) - Ser Professor: o equilíbrio entre o trabalho formal e informal na utilização das ferramentas digitais. (2 horas) - Exercícios individuais e em grupo (3 horas) - Estratégias de gestão de tempo otimização da utilização da plataforma Google Suite e utilização das plataformas de inteligência Artificial (3 horas) 3.º Momento Presencial (2 horas presenciais) - Apresentação e discussão de questões pelos professores; - Assertividade dentro e fora da sala de aula: como podemos comunicar as nossas emoções e opiniões de forma construtiva; - Utilização de ferramentas digitais de forma a motivar os alunos. 4.º Momento. (8 horas online síncrono e assíncrono) - Prevenção de stress: dicas e ferramentas para um professor mais adaptado às realidades virtuais. (2 horas) - Ambiente de ensino: como lidar com o excesso de trabalho e melhorar a comunicação eficaz com colegas, alunos e respetivas famílias - comunicação assertiva e mentalidade evolutiva (3 horas) - Tomar consciência do papel de professor enquanto parte de um todo técnicas de gestão de tempo, priorização de tarefas, utilização de ferramentas para o apoio dentro e fora da sala de aula (3 horas) 5.º Momento Presencial (3 horas presenciais) Num quinto momento, concomitante e conclusivo dos anteriores, abrir-se-ão espaços de apresentação de trabalhos realizados, debate e trocas de experiências que são, nestes casos, muito importantes para a aprendizagem conjunta, sendo os formandos convidados a partilhar as suas reflexões, perspetivas inerentes à execução das atividades práticas desenvolvidas nas sessões presenciais conjuntas e online síncronas e assíncronas.
Metodologias
A ação de formação é, essencialmente, prática, num total de 25 horas (7 horas presenciais e 18 horas online síncrona e assíncronas). As sessões presenciais, serão dedicadas à apresentação e exploração de ferramentas digitais que permitam ao professor encontrar a harmonia no trabalho com os alunos. Serão ainda usadas para apresentação dos resultados obtidos em grupo de formação, de modo a fomentar a partilha das técnicas e estratégias que se revelarem mais eficazes. As sessões de trabalho online síncrono e assíncrono serão dedicadas à exploração das ferramentas, aplicações Web 2.0 e de Inteligência Artificial em contexto de trabalho colaborativo entre pares, promovendo a criação de instrumentos e materiais pedagógico-didáticos da forma mais automatizada possível. A exploração da plataforma Google Suite bem como a utilização de ferramentas de Inteligência Artificial será abordada no sentido de construir materiais didático-pedagógicos e avaliativos de forma mais célere, tendo assim o professor uma melhor e mais eficiente gestão do seu tempo.
Avaliação
Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Critérios de avaliação: - Participação, Assiduidade e pontualidade, interesse e empenho nas tarefas propostas (30%) - Produção de Trabalhos e/ou Materiais em contexto escolar (50%) - Reflexão crítica (20%)
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
Dweck, Dra. Carol S. (2014), Mindset A atitude mental para o sucesso. Portugal: Vogais, 2014. ISBN: 9789896683177Carvalho, A. (2008), org. Manual de ferramentas da Web 2.0 para professores. Lisboa: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação.Carvalho, A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 25-40.
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Docentes da Escola Secundária D. Dinis, por ordem de inscrição; 2.º Docentes das Escolas Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição; 3.º Docentes das Escolas Não Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 6 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 7 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 8 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF85 - A folha de cálculo Microsoft Excel ou Openoffice Calc na prática docente.
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Nas escolas, torna-se necessário continuar a proporcionar aos docentes a possibilidade de aquisição e aprofundamento do conhecimento de instrumentos pedagógico e didáticos adequados ao meio que o rodeiam. A folha de cálculo é uma ferramenta crucial e com grandes potencialidades de utilização no dia-a-dia ...
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Ref. 476AF85- 25-26 Inscrições abertas até 13-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122473/23
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 23-02-2026
Fim: 25-03-2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Avelar Brotero
Formador
José Carlos Martins
Destinatários
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
Nas escolas, torna-se necessário continuar a proporcionar aos docentes a possibilidade de aquisição e aprofundamento do conhecimento de instrumentos pedagógico e didáticos adequados ao meio que o rodeiam. A folha de cálculo é uma ferramenta crucial e com grandes potencialidades de utilização no dia-a-dia de cada docente. A aprendizagem desta ferramenta fornecerá ao docente mais um instrumento de utilização diária suscetível de ser utilizado no processo de ensino aprendizagem, na avaliação dos discentes e na realização das tarefas de apoio à atividade letiva, eliminando a execução manual, em suporte de papel, de certas tarefas, e reduzindo assim o tempo necessário na conclusão daquelas tarefas.
Objetivos
Utilizar a folha de cálculo em contextos de aprendizagem escolar, nas didáticas específicas e no apoio à atividade docente, promovendo a inovação e a mudança dos processos de ensino e de aprendizagem. Favorecer a emergência de novas práticas pedagógicas potenciando os benefícios da folha de cálculo na renovação dos contextos de aprendizagem e na eficiência do processo educativo. Realizar projetos de trabalho no âmbito das disciplinas específicas ou de carácter interdisciplinar e transdisciplinar, ou ainda, de apoio ao trabalho docente. Promover a produção, a divulgação e a partilha de materiais didáticos. Fomentar a criação de redes de aprendizagem cooperativa no âmbito da utilização educativa da folha de cálculo e das TIC em geral.
Conteúdos
- Apresentação da ação, dos formadores e dos formandos (0,5 horas); - A aplicação MICROSOFT EXCEL ou OPENOFFICE CALC (1,5 horas): - Conceitos e tecnologias; - Princípios de funcionamento; - Regras de utilização em segurança; - Procedimentos de instalação e configuração da aplicação MICROSOFT EXCEL ou OPENOFFICE CALC. - EXCEL ou CALC e as dinâmicas da produtividade, comunicação e interação na Educação (2 horas): - O paradigma digital e as dinâmicas da produtividade e interação; - O EXCEL ou CALC como suporte para o tratamento de informação digital; - O EXCEL ou CALC e a aprendizagem colaborativa dos alunos; - Recursos educacionais disponíveis na Internet, para o EXCEL ou CALC, aplicados às didáticas específicas. - Recursos educativos e o EXCEL ou CALC nas didáticas específicas (18 horas): - Aspetos relevantes de um recurso educativo para utilização com o EXCEL ou CALC; - O EXCEL ou CALC: - Estrutura genérica de uma folha de cálculo; - Principais funcionalidades genéricas dos programas de folha de cálculo; - O ambiente de trabalho do EXCEL ou CALC; - Operações com ficheiros/ documentos do EXCEL ou CALC; - Livro e folha de cálculo; - Inserção, edição e formatação da informação numa folha de cálculo; - Fórmulas, referências absolutas, referências relativas, funções matemáticas e estatísticas; - Elaboração e manipulação de gráficos; - Tabela ou lista de dados; - Validação de dados; - Transferência de informação entre documentos do mesmo tipo; - Inserção de ligações a folhas de cálculo em documentos de processador de texto; - Atualizações automáticas, nos documentos de processador de texto, dos conteúdos ligados a folhas de cálculos; - Impressão de trabalhos em folha de cálculo. - Com a aplicação EXCEL ou CALC exploração/ resolução recursos/ propostas de trabalhos existentes (conteúdos aplicações proprietárias ou disponíveis na Internet) mobilizados para os contextos de aprendizagem ou de apoio à atividade docente; - Prática Elaboração, com auxílio do EXCEL ou CALC, de recursos educativos nas didáticas específicas ou no âmbito do apoio à atividade docente; - Prática Resolução de problemas e elaboração de trabalhos experimentais através da utilização do EXCEL ou CALC; - Prática Apresentação dos recursos e propostas metodológicas dos formandos. - Apresentação dos recursos concebidos e atividades realizadas na prática em sala de aula ou no âmbito do apoio à atividade docente (2 horas). - Avaliação dos formandos e da Acão de Formação (1 hora): - Avaliação da Acão; - Avaliação dos formandos.
Metodologias
Fase I - Apresentação da Acão de Formação (teórico/prático) Fase II - A aplicação MICROSOFT EXCEL ou OPENOFFICE CALC e as dinâmicas da produtividade, comunicação e interação na Educação (teórico/prático) - Conceitos, tecnologias, instalação, configuração e regras de utilização em segurança. - Apresentação do paradigma digital e das dinâmicas da produtividade e interação. - Utilização do EXCEL ou CALC como suporte para o tratamento da informação digital e na aprendizagem colaborativa dos alunos. - Pesquisa e utilização dos recursos educacionais. Fase III - Recursos educativos nas didáticas específicas ou no apoio à atividade docente (prático) - Utilização do EXCEL ou CALC. - Exploração/ resolução de recursos/ propostas de trabalhos existentes mobilizados para os contextos de aprendizagem ou no apoio à atividade docente. - Elaboração e apresentação de recursos educativos nas didáticas específicas ou no apoio à atividade docente. Fase IV - Avaliação dos formandos e da Acão de Formação (prático)
Avaliação
Obrigatoriedade de frequência de 2/3 do total de horas. A classificação final será expressa numa escala de 1 a 10 valores e terá em conta os seguintes critérios e respetivos pesos nessa classificação: - Participação e intervenção nas sessões: 20%; - Tarefas desenvolvidas em grupo: 30%; - Trabalho desenvolvido individualmente: 50%. A classificação em cada critério será também expressa numa escala de 1 a 10. Menções qualitativas correspondentes à classificação quantitativa final: - 1 a 4,9 valores - Insuficiente; - 5 a 6,4 valores - Regular; - 6,5 a 7,9 valores - Bom; - 8 a 8,9 valores - Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
- Ponte, J. (1997). As novas tecnologias e a educação. Lisboa: Texto Editora. - Lacerda, Fernando Alberto, 2001, Novas Tecnologias de Informação e Comunicação e animação de espaços escolares de ensino-aprendizagem, círculo de estudos. - DAPP, Ministério da Educação; 2002; As TIC e a qualidade das aprendizagens, Estudos de caso em Portugal, OCDE, Lisboa, 1ª ed. - DAPP, Ministério da Educação; 2002; Currículo Básico em TIC para professores, Lisboa, http://www.dapp.min-edu.pt/nonio/formacao/1-CURRICULO.pdf [29/02/2004] - Becta, 2003; Timesaver. Becta ICT Advice for teachers. Disponível em: http://www.ictadvice.org.uk . Acedido em 18 de Setembro de 2005.
Observações
Crtitérios de seleção: 1.º Docentes da Escola Secundária de Avelar Brotero, por ordem de inscrição; 2.º Docentes das Escolas Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF81 - Aprendizagem ativa com a plataforma MILAGE 2.0
Curso
50.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Este curso capacita os professores para utilizarem a versão 2.0 da plataforma MILAGE, promovendo metodologias de aprendizagem ativa, centradas no aluno. Os docentes vão explorar esta solução digital para criar cenários educativos diversificados, incluindo gamificação, que utiliza elementos dos jogos para ...
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Ref. 451AF81 - 2025-2026 Inscrições abertas até 16-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136917/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 50.0 horas
Início: 24-02-2026
Fim: 09-06-2026
Regime: e-learning
Local: Plataforma ZOOM
Formador
Mauro Jorge Guerreiro Figueiredo
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
Este curso capacita os professores para utilizarem a versão 2.0 da plataforma MILAGE, promovendo metodologias de aprendizagem ativa, centradas no aluno. Os docentes vão explorar esta solução digital para criar cenários educativos diversificados, incluindo gamificação, que utiliza elementos dos jogos para motivar; diferenciação pedagógica, adaptando o ensino às necessidades dos alunos; e aula invertida, que maximiza o tempo em sala para debates e práticas. O curso apoia ainda estratégias que desenvolvem a autonomia dos alunos, como autorregulação, autoavaliação e reflexão crítica. Além disso, aborda as funcionalidades da MILAGE relativas à autoavaliação e avaliação por pares, reforçando práticas formativas e permitindo aos professores acompanhar em tempo real o desempenho dos alunos, facilitando intervenções pedagógicas eficazes.
Objetivos
- Explorar a plataforma MILAGE nas perspetivas do aluno e do professor; - Incentivar os docentes a promoverem a motivação dos alunos para o estudo, para a aprendizagem autónoma e para a aprendizagem ativa, tirando partido das TIC; - Promover a autoavaliação, a avaliação formativa, a avaliação por pares e a diferenciação pedagógica; - Desenhar e implementar cenários de aprendizagem diversificados; - Desenvolver competências digitais e pedagógicas; - Capacitar os professores para o acompanhamento eficaz dos alunos através da monitorização em tempo real; - Incentivar a utilização de metodologias inovadoras, tais como gamificação, diferenciação pedagógica e aula invertida, potenciando o envolvimento dos alunos; - Facilitar práticas pedagógicas inclusivas e adaptadas às diferentes necessidades e perfis dos estudantes.
Conteúdos
Módulo I (2h+6h) Apresentação do Projeto MILAGE e introdução à plataforma MILAGE na vertente do aluno Síncrono (2h) Apresentação do Projeto; Exploração da plataforma MILAGE na ótica do aluno; Resolução de uma ficha Avaliação formativa, autoavaliação e avaliação dos pares. Assíncrono (6h) Exploração autónoma da plataforma MILAGE APRENDER; Módulo 2: Exploração da plataforma MILAGE na vertente do professor (1h30 online síncronas + 6h assíncronas). Síncrono (1h30) Apresentação da plataforma MILAGE na vertente do Professor; Assíncrono (6h) Exploração autónoma do ambiente de trabalho da plataforma MILAGE na vertente do professor e dos recursos disponíveis; Trabalho autónomo (aderir a uma disciplina; aderir a um grupo/turma; criar um grupo/turma); MÓDULO 3 Metodologias ativas de ensino-aprendizagem e Cenários de Aprendizagem Síncrono (1h30 online síncronas + 21h30 assíncronas). Introdução aos Cenários de aprendizagem; Apresentação e exploração de ferramentas educativas para planear atividades pedagógicas (e.g. Learning Designer); Assíncrono A (3h30) Reflexão, em ambiente colaborativo (fórum), sobre a importância da utilização de Metodologias Ativas de Ensino- Aprendizagem e da construção de cenários de aprendizagem. Assíncrono B (6h) Construção de um cenário de aprendizagem de gamificação Construção de um cenário de aprendizagem gamificado aproveitando as potencialidades da plataforma MILAGE com recurso a fichas disponibilizadas na plataforma MILAGE; Apresentação evidências (e.g. pauta, e-portefólio, ) e balanço sobre a implementação dos cenário de aprendizagem. Assíncrono C (6h) Construção de um cenário de aprendizagem de diferenciação pedagógica mediado pela plataforma MILAGE; Apresentação evidências (e.g. pauta, e-portefólio, ) e balanço sobre a implementação dos cenário de aprendizagem. Assíncrono D (6h) Construção de um cenário de aprendizagem de aula invertida mediado pela plataforma MILAGE; Apresentação evidências (e.g. pauta, e-portefólio, ) e balanço sobre a implementação dos cenário de aprendizagem. MÓDULO 4 (1h30+6h) Avaliação formativa Síncrono (1h30) Exploração das funcionalidades da plataforma MILAGE que potenciam a avaliação formativa; Assíncrono (6h) Implementação na prática pedagógica das funcionalidades da plataforma MILAGE que promovem a avaliação formativa. Módulo 5: - Apresentação, discussão e reflexão sobre o trabalho realizado durante a formação. Avaliação da ação, orientações para elaborar o relatório individual de reflexão crítica. (2h online síncronas + 2h assíncrona).
Metodologias
A ação desenrolar-se-á ao longo de um período letivo, repartindo-se em 5 sessões online síncronas e 8 sessões online assíncronas intercaladas, perfazendo um total de 50 horas. Sessões online síncronas, realizadas em videoconferência, onde serão apresentados os conteúdos de referência através de: - uma componente mais teórica que adotará uma metodologia mais expositiva, centrada na transmissão de conteúdos, e uma metodologia demonstrativa e interrogativa, assumindo uma abordagem dialógica e de interação entre formador e formandos; - uma componente prática que irá privilegiar uma dinâmica ativa, centrada na simulação e metodologia de aprendizagem por execução de tarefas. Sessões assíncronas nas quais, sob a orientação do formador, os formandos implementam a plataforma MILAGE com os seus alunos, num quadro de gestão do currículo, realizam as tarefas propostas nas sessões síncronas, aprofundam os temas abordados e as funcionalidades da plataforma MILAGE.
Avaliação
A avaliação será contínua, considerando o envolvimento, empenho e reflexão crítica dos formandos. Será valorizada a implementação prática da plataforma MILAGE e utilização dos recursos didáticos nos contextos profissionais. No final, cada formando apresentará um relatório reflexivo sobre as implicações da formação no seu desenvolvimento pessoal e profissional, destacando as competências digitais adquiridas e melhorias na prática letiva. Critérios: participação nas sessões síncronas e assíncronas (10%), criação e implementação de cenários educativos (45%), partilha no e-portefólio (15%), apresentação final (15%) e relatório reflexivo (15%).
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
Carvalho, C., & Lima, C. (2019). Teacher training and mobile technologies at school: Reflections on the supports of a formative proposal. Sisyphus Journal of Education, 7(1), pp. 46-61. doi:DOI: https://doi.org/10.25749/sis.15364Leptokaridou, E. T., Vlachopoulos, S. P., and Papaioannou, A.G. (2016). Experimental longitudinal test of the influence of autonomy-supportive teaching on motivation for participation in elementary school physical education. Educational Psychology, 36(7), 1138-1159.Reeve, J. (2006). Teachers as facilitators: What autonomy-supportive teachers do and why their students benefit. The Elementary School Journal, 106, 225236Sanches, L. L. (2017). As potencialidades das TIC no combate ao insucesso e abandono escolar no ensino básico (Dissertação de Mestrado). Lisboa: Instituto de Educação - Universidade de Lisboa. Obtido de http://hdl.handle.net/10451/31558Wang, J. C. K., Ng, B. L., Liu, W. C., and Ryan, R. M. (2016). Can being autonomy-supportive in teaching improve students self-regulation and performance?. In W. C. Liu, J. C. K. Wang, at R. M. Ryan (Eds.), Building Autonomous Learners (pp. 227-243). Singapore: Springer.
Observações
Critérios de Seleção: 1.º - Docentes das Escolas Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição; 2.º - Docentes das Entidades Parceiras do CFAE Minerva, por ordem de inscrição; 3.º - Docentes de outras Escolas não Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Online assíncrona |
| 3 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 4 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Online assíncrona |
| 5 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 6 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 20:00 | 3:30 | Online assíncrona |
| 7 | 31-03-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Online assíncrona |
| 8 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Online assíncrona |
| 9 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Online assíncrona |
| 10 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 11 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 20:00 | 6:00 | Online assíncrona |
| 12 | 02-06-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 13 | 09-06-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
ACD25 - As Metodologias Ativas e a Inteligência Artificial no Processo de Ensino-Aprendizagem
Prioridade aos Docentes do AE de Penacova
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A crescente complexidade dos contextos educativos e a diversidade dos perfis dos alunos exigem práticas pedagógicas inovadoras, centradas no aluno e promotoras de aprendizagens significativas. As Metodologias Ativas valorizam a participação, a autonomia, o pensamento crítico e a resolução de problemas, ...
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Ref. 473ACD25 - 25-26 Inscrições abertas até 20-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD25 - 25-26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 25-02-2026
Fim: 25-02-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas de Penacova
Formador
Marco Alexandre Carvalho Bento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva / A E Penacova
Enquadramento
A crescente complexidade dos contextos educativos e a diversidade dos perfis dos alunos exigem práticas pedagógicas inovadoras, centradas no aluno e promotoras de aprendizagens significativas. As Metodologias Ativas valorizam a participação, a autonomia, o pensamento crítico e a resolução de problemas, respondendo às orientações curriculares atuais e aos desafios da escola do século XXI. Paralelamente, o desenvolvimento acelerado da Inteligência Artificial (IA) oferece novas oportunidades para apoiar o ensino e a aprendizagem, permitindo personalizar percursos, diversificar estratégias didáticas, apoiar a avaliação formativa e potenciar o trabalho docente. Esta Ação de Curta Duração visa capacitar os docentes para a integração consciente, ética e pedagógica das Metodologias Ativas articuladas com ferramentas de IA, promovendo práticas inovadoras, inclusivas e alinhadas com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Objetivos
• Compreender os princípios das Metodologias Ativas e a sua relevância pedagógica • Conhecer conceitos fundamentais da Inteligência Artificial aplicada à Educação • Explorar ferramentas de IA potenciadoras de metodologias centradas no aluno • Planificar atividades de aprendizagem integrando Metodologias Ativas e IA • Promover práticas pedagógicas inovadoras, inclusivas e diferenciadas • Refletir sobre o uso ético e responsável da IA em contexto educativo
Conteúdos
• Enquadramento das Metodologias Ativas no contexto educativo atual • Principais Metodologias Ativas: o Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) o Aprendizagem Baseada em Projetos o Sala de Aula Invertida o Aprendizagem Colaborativa o Gamificação • Fundamentos da Inteligência Artificial aplicada à Educação • Ferramentas de IA de apoio ao ensino e à aprendizagem • Integração da IA em Metodologias Ativas • Exemplos práticos e cenários pedagógicos • Questões éticas, legais e de proteção de dados no uso da IA
Metodologias
Expositiva
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Observações
Critérios de seleção: 1.º Docentes do Agrupamento de Escolas de Penacova, por ordem de inscrição; 2.º Docentes das Escolas Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição.
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I Jornada da Mediação Linguística e Cultural em Contextos Educativos
Pessoal Não Docente (TESPND, TSO, TSPSI)
Jornada
7.0 horas
Presencial
Pessoal Não Docente (TESPND, TSO, TSPSI)
O aumento da diversidade linguística e cultural nas escolas tem vindo a colocar novos desafios às práticas educativas, à organização dos agrupamentos e à relação entre a escola, as famílias e a comunidade. No âmbito da mediação linguística e cultural, evidenciam-se necessidades formativas relacionadas com ...
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Ref. 481PNDJornadasMLC Inscrições abertas até 23-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: FPND (em processo de acreditação)
Modalidade: Jornada
Duração: 7.0 horas
Início: 27-02-2026
Fim: 27-02-2026
Regime: Presencial
Local: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
Formador
Simone de Almeida Evangelista
Destinatários
Pessoal Não Docente (TESPND, TSO, TSPSI)
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
CFAE Minerva / AE Vila Nova de Poiares / Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra / CEIS
Enquadramento
O aumento da diversidade linguística e cultural nas escolas tem vindo a colocar novos desafios às práticas educativas, à organização dos agrupamentos e à relação entre a escola, as famílias e a comunidade. No âmbito da mediação linguística e cultural, evidenciam-se necessidades formativas relacionadas com o papel e desempenho dos mediadores linguísticos e culturais, uma vez que a mediação linguística e cultural tem assumido uma dimensão central na construção de práticas educativas equitativas, favorecendo a comunicação entre escola, famílias e comunidade. Deste modo, pretende-se articular fundamentação teórica com práticas profissionais concretas, promovendo a reflexão crítica e a apropriação de ferramentas de mediação linguística e cultural para o trabalho desses técnicos e inspirar práticas pedagógicas mais inclusivas e sustentáveis. Essa formação justifica-se pela necessidade de criar espaços onde se possam partilhar experiências, refletir sobre práticas pedagógicas e fortalecer competências de mediação linguística e cultural no contexto educativo. A presente Formação de Curta Duração insere-se nos objetivos do Plano de Atividades do CFAE Minerva, ao promover o desenvolvimento profissional contínuo de não docentes, a partilha de práticas contextualizadas e a reflexão crítica sobre a intervenção educativa em contextos de diversidade linguística e cultural. Os não docentes, destinatários desta formação, desempenham um papel central na mediação entre a escola, os alunos e a comunidade, sendo frequentemente confrontados com desafios linguísticos, culturais e institucionais que exigem respostas qualificadas e contextualizadas, para dar respostas às necessidades emergentes educativas, e contribuir para a construção de ambientes escolares mais equitativos, inclusivos, participativos e sustentáveis. Logo, é fundamental que os profissionais de educação adquiram novos conhecimentos, competências e ferramentas práticas que favoreçam o acolhimento, a comunicação intercultural e a cooperação escola–família–comunidade.
Objetivos
Esta iniciativa de formação, tem por objetivo desenvolver competências profissionais no domínio da mediação linguística e cultural em contextos educativos, promovendo práticas de acolhimento e comunicação inclusiva. A formação visa apoiar os profissionais técnicos que desempenham funções de mediação nas escolas, incentivando a reflexão sobre a prática, a partilha de experiências e o uso de estratégias e ferramentas ajustadas aos contextos de atuação, contribuindo para a inclusão, a equidade e o sucesso educativo dos estudantes. Objetivos específicos: • Compreender os fundamentos legais da mediação linguística e cultural; • Refletir sobre práticas de acolhimento às famílias imigrantes; • Identificar barreiras e estratégias de comunicação com famílias imigrantes; • Compreender o papel do Português Língua Não Materna (PLNM) na integração de alunos imigrantes recém-chegados; • Desenvolver ferramentas práticas de mediação; • Produzir reflexão escrita fundamentada sobre a prática profissional dos mediadores linguísticos e culturais.
Conteúdos
Módulo 1 – Mediação Linguística e Cultural: enquadramento conceptual (1h30) Dinâmica Inicial e apresentação Mediação linguística e cultural: Enquadramento normativo Diversidade cultural nos contextos educativos Metodologia: exposição dialogada e debate orientado Módulo 2 – Acolhimento de alunos e famílias imigrantes em contexto escolar (2h) Educadora Social convidada Modelos de acolhimento em contexto escolar Protocolos e práticas institucionais Articulação entre serviços e profissionais Desafios e constrangimentos do terreno Metodologia: apresentação de prática profissional e diálogo com os formandos Módulo 3 – Ferramentas de mediação e comunicação com famílias imigrantes (1h00) Animador Sociocultural e Educadora Social convidados Desafios na comunicação com as famílias Envolvimento das famílias e da comunidade Estratégias e ferramentas de mediação e comunicação intercultural Metodologia: apresentação prática, demonstração de ferramentas e dinâmica breve Módulo 4 – Organização curricular e o ensino do PLNM (1h) Diretora de Agrupamento e Professora de PLNM convidadas Organização curricular para promoção da inclusão de alunos imigrantes Desafios da aprendizagem do PLNM PLNM como ferramenta de inclusão linguística Metodologia: apresentação prática, com questões norteadoras e participação dos formandos Módulo 5 – Atividade escrita de reflexão e avaliação (1h30) Atividade obrigatória para certificação CFAE Objetivos da atividade: Avaliar a participação e reflexão dos formandos Consolidar aprendizagens no contexto da prática profissional Recolher dados qualitativos para análise e refinamento.
Metodologias
Expositiva / apresentação prática, com questões norteadoras e participação dos formandos
Avaliação
Relatório de Reflexão Crítica.
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação.
Bibliografia
Conselho da Europa. (2020). Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas: Aprendizagem, ensino, avaliação – Volume complementar. Estrasburgo, França: Conselho da Europa. Direção-Geral da Educação. (2018). Referencial português língua não materna. Lisboa, Portugal: Ministério da Educação. Direção-Geral da Educação. (2025, 23 de janeiro). Mediadores linguísticos e culturais: Nota informativa [PDF]. Ministério da Educação, Ciência e Inovação. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_documentos/mediadores_linguisticos_e_culturais.pdf Direção-Geral da Educação. (2020). Rede de Escolas para a Educação Intercultural. Lisboa, Portugal: Ministério da Educação. Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Brasil: Paz e Terra. Gimenez Romero, C. (2010). Interculturalidade e Mediação. Lisboa, Portugal: ACIDI. Silva, A. M., & Moreira, M. A. (2009). Formação e mediação sócio-educativa: Perspectivas teóricas e práticas. Porto, Portugal: Areal Editores. Vieira, A. M., & Vieira, R. (2016). Pedagogia social, mediação intercultural e (trans)formações. Porto, Portugal: Profedições. Vieira, R., Marques, J., Silva, P., Vieira, A., & Margarido, C. (2017). Conceções e práticas de mediação intercultural e intervenção social. Porto, Portugal: Edições Afrontamento.
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Pessoal Não Docente - TESPND, TSO, TSPSI das Escolas Associadas do CFAE Minerva; 2.º Pessoal Não Docente - TESPND, TSO, TSPSI de outras Escolas.
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AF84 - O contributo da Dança na Escola para o Bem estar dos alunos.
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620
A ação O contributo da Dança na Escola para o Bem-Estar dos Alunos justifica-se pela relevância crescente da promoção do bem-estar e da saúde integral no contexto educativo, em alinhamento com as orientações do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO) e das Aprendizagens Essenciais. ...
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Ref. 466AF84-25-26 Inscrições abertas até 13-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137371/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 28-02-2026
Fim: 21-03-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Martim de Freitas - CFAE MINERVA
Formador
Paula Maria da Silva Ruas
Destinatários
Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A ação O contributo da Dança na Escola para o Bem-Estar dos Alunos justifica-se pela relevância crescente da promoção do bem-estar e da saúde integral no contexto educativo, em alinhamento com as orientações do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO) e das Aprendizagens Essenciais. A Dança, enquanto prática artística, cultural e motora, constitui-se como uma ferramenta privilegiada para o desenvolvimento harmonioso, cognitivo, emocional e social dos alunos, favorecendo a inclusão, a cooperação e a valorização da diversidade cultural. A formação pretende dotar os professores de estratégias práticas e criativas para integrar a Dança no quotidiano escolar, não apenas como expressão artística, mas também como recurso pedagógico promotor de motivação, disciplina e espírito de grupo. A abordagem prática e multicultural, aliada ao contacto com danças tradicionais portuguesas e internacionais, reforça a consciência para uma escola aberta, inclusiva e global. A ação enquadra-se no âmbito de todas as escolas, ao valorizar práticas inovadoras e inclusivas, incentivar o bem-estar em contexto educativo e promover atividades de enriquecimento curricular. Contribui, ainda, para o reforço da ligação escola-comunidade, através da conceção de projetos artísticos e interculturais, em coerência com a missão de apoiar os docentes na diversificação de metodologias que respondam às necessidades atuais dos alunos e das comunidades educativas.
Objetivos
- Estimular a reflexão sobre a importância Dança na escola, no desenvolvimento integral e harmonioso das crianças. - Proporcionar aos formandos um contacto direto (prático) com a dança, nomeadamente através das danças sociais. - Promover desenvolvimento de competências de conceção de projetos e iniciativas escolares baseados na Dança. - Favorecer o recurso mais frequente à Dança, através do desenvolvimento de capacidades criativas, recriação de movimentos e de formas coreográficas. - Proporcionar aos formandos um contacto direto com algumas Danças de várias épocas e de diferentes culturas, apelando à consciencialização para uma escola multicultural. - Fornecer estratégias práticas de atuação, transmitir incentivo e motivação para que os/as formandos/as fiquem munidos de experiências e conhecimentos e sejam capazes de implementar a Dança no seu ensino.
Conteúdos
1.Enquadramento da Dança na Escola. Sistemática terminológica e estruturação curricular; articulação com dimensões e competências inscritas no PASEO e Aprendizagens Essenciais. 2.Acções Motoras básicas: Deslocamentos; Gestos; Voltas; Saltos; Posturas; Trabalho de Interpretação (o fazer); Trabalho de Análise coreográfica (o apreciar); Trabalho de Composição coreográfica (o criar); Construção de pequenas frases de movimento a pares ou em pequenos grupos, com base nas cinco ações motoras. 3.Danças de Apresentação/ tradicionais: Kutschi-Tschin (Dança Alemã); La Moto (Dança Dinamarquesa); Petit souris grise (Dança do Quebec); Me Achorei há har (Dança Israelita); Minouska (Dança Russa); Le Rigoló (Dança Francesa), Bush Dance (Dança Australiana), Amarenxango (Dança dos Países Baixos). 4.Danças Tradicionais Portuguesas: Regadinho (Norte), Tia Anica (Sul). 5.Danças do mundo: Danças de Corte (Pavin); Round Mixer; Danças Inglesas (Country Danses); Danças Israelitas; Danças Francesas (Branles); exercitação e técnicas de ensino. 6.Conceção de projetos escolares- articulação com Projeto Educativo, articulação atores intervenientes, técnicas de divulgação; tipologias de demonstração prática e de registo de eventos.
Metodologias
Serão usadas metodologias que fomentem a pro-atividade dos formandos e que conjugue as exposições com atividades de prática: Expositivo / Demonstrativo / Aplicações Práticas
Avaliação
Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, nº2 do artº do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da acção); - Trabalho individual de aplicação de conhecimentos. Com os seguintes Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%)
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
Antunes, C. (2013). A Dança e a Escola: Perspetivas Pedagógicas e Culturais. Porto: Porto Editora.Marques, I. (2010). Dança na Educação: Arte, Cultura e Movimento. São Paulo: Cortez EditoraSousa, A. & Carvalho, M. (2017). Educação Artística e Inclusão: O Papel da Dança no Desenvolvimento Integral dos Alunos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Stinson, S. W. (2009). Dance, Young People and Change: Pedagogies of Possibility. New York: Peter Lang.
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620 do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas, por ordem de inscrição; 2.º Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620 das Escolas Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição; 3.º Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620 das Escolas Não Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 28-02-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 07-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 07-03-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 14-03-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 21-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF33 - A promoção e proteção de crianças e jovens em risco enquanto fator de inclusão
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
A legislação em vigor e o atual modelo conceptual consagram que a Escola, assente em modelos de cooperação mútua com as restantes entidades que constituem o sistema social de proteção, devem promover pela avaliação cuidadosa de todas as alegações de eventuais abusos/negligência e pela promoção de ...
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Ref. 452AF33 - 2025-2026 Inscrições abertas até 28-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132293/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 02-03-2026
Fim: 26-03-2026
Regime: e-learning
Local: CFAE MINERVA / ZOOM
Formador
João Pedro Marceneiro Gaspar
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A legislação em vigor e o atual modelo conceptual consagram que a Escola, assente em modelos de cooperação mútua com as restantes entidades que constituem o sistema social de proteção, devem promover pela avaliação cuidadosa de todas as alegações de eventuais abusos/negligência e pela promoção de estratégias/metodologias de intervenção que, direta ou indiretamente, visem promover o bem-estar e a segurança das crianças e jovens, em contexto escolar. Enquanto espaço de excelência para o desenvolvimento de crianças e jovens, é o local onde se desenrolam diversos tipos de relacionamento afetivo entre pares, professores e funcionários, tornando-o responsável em matéria de proteção, porque as crianças esperam dele apoio e proteção. Para criar um ambiente harmonioso, equilibrado e securizante - em que as crianças têm o direito a crescer - torna-se fundamental a vertente humanista no desempenho dos professores. As Casas de Acolhimento, onde anualmente cerca de 8 mil crianças e jovens crescem, são apenas a ponta de um icebergue que envolve dezenas de milhares de sinalizações por parte das CPCJ. Mais conhecimento sobre esta realidade evita generalizações e permite compreender a importância das figuras de referência. Esta ação visa gerar construtos que permitam entender melhor o papel da Escola e do Professor na promoção e proteção de crianças e jovens em risco, avaliando sinais de perigo, concorrendo para a inclusão social, promovendo o sucesso escolar e diminuindo o absentismo/abandono.
Objetivos
Com esta ação pretende-se projectar o papel da escola como entidade competente em matéria de infância e juventude, ao nível das considerações teóricas e jurídico-legais e as faces da interação da escola com o sistema de proteção, além de compreender a importância dos recursos humanos em contexto escolar, na problemática de crianças e jovens em risco. - Compreender o impacto dos maus tratos na infância, no desempenho escolar e na inclusão social; - Reconhecer a importância da proteção de crianças em risco, à luz de modelos multidisciplinares e holísticos; - Mobilizar para a valorização e promoção do respeito pelos direitos da criança; - Valorizar o papel do professor na promoção e proteção de crianças e jovens em risco; - Identificar nas crianças e jovens sinais, marcas ou formas de maus tratos; - Sensibilizar para formas de atuar em situações de risco e perigo; - Divulgar o Guia de Orientações para os Profissionais da Educação na Abordagem de Situações de Maus Tratos ou Outras Situações de Perigo.
Conteúdos
1. Contextualização temporal e espacial das respostas sociais para crianças e jovens em risco (3H); 2. Tipologia de maus tratos na infância (2H); 3. Impacto de maus tratos em crianças (3H) 4. Importância da vinculação (2H); 5. O papel do professor na promoção e proteção de crianças em risco (3H); 6. Justiça, equidade e inclusão no âmbito extra-escolar (2H) 7. O acolhimento residencial em Portugal (especificidades de vivências institucionais) (6H); 8. Regime Jurídico Aplicável (2H); 9. Guia de sinalização à CPCJ - Intervenção dos Estabelecimentos de Educação, Ensino e Formação (2H).
Metodologias
Desenvolvida num cariz teórico-prático, com 25 horas presenciais, recorrendo a metodologias diversificadas (exposição de conteúdos, debate e reflexão) que permitam argumentar, julgar, criticar e tomar decisões sobre a temática abordada nas sessões. Serão utilizadas metodologias expositivas, ativas, interrogativas e de trabalho cooperativo (em grupo), de forma a permitir que os formandos possam expôr as suas experiências e confrontá-las com as experiências dos outros, à luz dos conhecimentos que irão sendo adquiridos. Ao longo das sessões serão apresentadas estratégias e atividades de intervenção, sendo solicitado aos formandos trabalhos em grupo que ajudem a contextualizar os conhecimentos nas suas práticas educativas (presentes e/ou futuras). Por fim, será realizada uma análise e reflexão do trabalho efetuado e a apresentação de propostas para a continuidade do mesmo, bem como algumas atividades que, após a ação, poderão ser aplicadas na escola.
Avaliação
Os formandos serão avaliados nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, e da Carta Circular CCPFC 3/2007, com base numa avaliação contínua em que serão valorizados a participação e o empenho na formação, a realização de algumas atividades ao longo das sessões e a interiorização reflexiva dos temas abordados. A avaliação quantitativa de cada formando expressa numa escala de 1 a 10 valores, com base nos seguintes parâmetros e ponderação: - PARTICIPAÇÃO - 20 % - TRABALHOS REALIZADOS DURANTE A FORMAÇÃO - 30 % - RELATÓRIO DE REFLEXÃO CRÍTICA - 50 % Para obter condições de aprovação, o formando deve cumprir dois terços de presenças. O regime de avaliação será explicitado aos formandos através de uma ficha de descritores de nível de desempenho para cada parâmetro e a respetiva valoração.
Modelo
Inquérito de Avaliação da Ação
Bibliografia
Bowlby, J. (1990). Apego e Perda, Volume 1: apego. São Paulo: Livraria Martins Fontes. Canha, J. (2000). Criança Maltratada - O papel de uma pessoa de referência na sua recuperação - Estudo prospectivo de 5 anos. Coimbra, Quarteto EditoraFreire, P.(1980). Conscientização. Teoria e Pratica da Libertação. Uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Morais.Gaspar, J. P. (2015). Os desafios da autonomização - estudo compreensivo dos processos de transição para diferentes contextos de vida, na perspectiva de adultos e jovens adultos ex-institucionalizados. Porto: Euedito.Strecht, P. (1998). Crescer Vazio. Lisboa, Assírio & Alvim.
Observações
Critérios de seleção: 1.º - Docentes das Escolas Associadas do CFAE MINERVA; 2.º - Docentes das Entidades Parceiras do CFAE Minerva; 3.º - Outros Docentes.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 26-03-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF06 - Cenários de aprendizagem ativa para a transição digital
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital e a inovação na educação. Para tirar partido das tecnologias digitais é essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de competências digitais enfatizando que o ...
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Ref. 462AF06 - 25-26 Inscrições abertas até 13-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125113/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 02-03-2026
Fim: 25-03-2026
Regime: b-learning
Local: Videoconferência/ESAB
Formador
João José Marques Pimentel Leal
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital e a inovação na educação. Para tirar partido das tecnologias digitais é essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de competências digitais enfatizando que o verdadeiro potencial das tecnologias digitais reside na mudança de foco do processo de ensino: de processos dirigidos pelo educador para processos centrados no aprendente (DigComEdu, 2018, p.20). Com o intuito de contribuir para a criação de condições favoráveis a práticas educativas, a Direção-Geral da Educação disponibiliza um conjunto de ações de formação que permitem apoiar os professores e as escolas na criação de cenários de aprendizagem para a transição digital. A conceção destes cenários pretende ajudar a criar uma resposta aos novos desafios que se colocam à educação, à escola e aos professores do século XXI, de modo que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (cf. Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho e Decreto-Lei 55/2018 de 6 de julho).
Objetivos
1. Promover o desenvolvimento, aprofundamento de competências digitais dos docentes, tendo em vista tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu. 2. Compreender a pertinência do desenvolvimento de práticas pedagógicas apoiadas em processos de aprendizagem ativa, no contexto atual de ensino e de aprendizagem; 3. Ser capaz de construir e desenvolver, reflexivamente, cenários de ensino e de aprendizagem inovadores, nomeadamente: Refletir sobre os principais desafios e tecnologias emergentes com impacto sobre o ensino e a aprendizagem, sobre a prática dos professores, e sobre os alunos; Refletir sobre o nível de proficiência digital relativamente à utilização pedagógica das TIC; Criar ou adaptar cenários de aprendizagem e utilizá-los com os alunos; Criar e desenvolver Atividades de Aprendizagem centradas no aluno; Experimentar uma história de aprendizagem ajustada ao contexto educativo; Conhecer processos de avaliação e validação das intervenções a desenvolver nas escolas e/ou nas salas de aula; Promover, nas salas de aula e nas escolas portuguesas, a reflexão crítica sobre a implementação destas práticas pedagógicas inovadoras.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0 - Apresentação e introdução à temática Conteúdos da ação de formação. Estrutura e metodologias da ação de formação. Ferramentas a explorar no decurso da ação de formação. Documentos de enquadramento das políticas educativas atuais. Módulo 1 - Identificação de parceiros e tendências: Aspetos gerais sobre o projeto Future Classroom Lab (FCL) da European Schoolnet. Toolkit do projeto Future Classroom Lab: conjunto alargado de ferramentas e recursos que orientam para a construção e implementação de Cenários de Aprendizagem (http://bit.ly/Toolkit-FCL). Identificação de parceiros para a constituição do grupo de indivíduos interessados na criação do Cenário de Aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 1 do Toolkit FCL). Tendências a considerar para a construção de um Cenário de Aprendizagem. Módulo 2 - Aferição do nível de proficiência digital: Referenciais para aferir o nível de proficiência dos professores e da escola na utilização das TIC. Guia de referência do Modelo de Sala de Aula do Futuro (Conjunto de Ferramentas 2 do Toolkit FCL). Módulo 3 - Conceção de cenários de aprendizagem: Recursos, orientações e ferramentas para a conceção de um cenário inovador de ensino e de aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 3 do Toolkit FCL). Descritores do Modelo para a Conceção de Cenários de Aprendizagem. Módulo 4 - Conceção de atividades de aprendizagem: Conceção de Atividades de Aprendizagem inovadoras e aliciantes para serem desenvolvidas com os alunos na sala de aula ou em outros ambientes de aprendizagem. Ferramenta Learning Designer para a construção das Atividades de Aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 4 do Toolkit FCL). Módulo 5 - Avaliação da inovação e das atividades de aprendizagem: Orientações para a implementação e avaliação da inovação pretendida, bem como a sua validação (Conjunto de Ferramentas 5 do Toolkit FCL). Rubricas para a avaliação das Atividades de Aprendizagem. Módulo 6 - Apresentação dos trabalhos e reflexão final: Autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido - guião de autorreflexão. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação
Metodologias
Presencial: Sessões: A oficina de formação irá decorrer na modalidade de b-Learning com a primeira e última sessão em regime presencial e as restantes em regime de sessões síncronas, com a seguinte distribuição: 25 horas de trabalho conjunto: distribuídos em 6 horas presenciais (a primeira e a última sessão) e 19 horas não presenciais síncronas; Nas sessões de trabalho em regime não presencial, o formador irá recorrer à plataforma Moodle e a sistemas de videoconferência para a apresentação dos conteúdos, exemplificação e/ou demonstração das aplicações a abordar, discussão, colaboração, reflexão e partilha com os formandos. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos. Excelente (de 9 a 10 valores) Muito Bom (de 8 a 8,9 valores) Bom (de 6,5 a 7,9 valores) Regular (de 5 a 6,4 valores) Insuficiente (de 1 a 4,9 valores) Os formandos serão avaliados com os seguintes critérios: Participação e contributos demonstrados ao longo das sessões: 40% Trabalho de aplicação de conteúdos: 60%
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação.
Bibliografia
Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: quadro europeu de competência digital para educadores. Aveiro: UA.ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfSítio online do projeto Future Classroom Lab https://fcl.eun.org/
Observações
Critérios de Seleção: 1.º - Professores dos Ensinos Básico e Secundário das Escolas Associadas do CFAE Minerva por ordem de inscrição; 2.º - Professores dos Ensinos Básico e Secundário das Entidades Parceiras do CFAE Minerva por ordem de inscrição; 3.º - Professores dos Ensinos Básico e Secundário de outras Escolas por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 06-03-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 5 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 13-03-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:00 | 1:30 | Online síncrona |
| 8 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF34 - Da Intervenção Precoce à Intervenção Escolar na Perturbação do Espetro do Autismo (PEA)
Professores do Grupo de Recrutamento 910
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo de Recrutamento 910
Numa atualidade, que se pretende uma Escola moderna, inovadora e inclusiva são constantes os desafios para os profissionais da educação perante a diversidade de perfil das crianças/alunos. Importa atualizar o conhecimento científico, refletir sobre o mesmo, para o poder aplicar à prática profissional.
A ...
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Ref. 459AF34 - 2025-2026 Inscrições abertas até 27-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127238/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 04-03-2026
Fim: 27-03-2026
Regime: e-learning
Local: ZOOM
Formador
Sónia Pereira Camba
Destinatários
Professores do Grupo de Recrutamento 910
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 910.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
Numa atualidade, que se pretende uma Escola moderna, inovadora e inclusiva são constantes os desafios para os profissionais da educação perante a diversidade de perfil das crianças/alunos. Importa atualizar o conhecimento científico, refletir sobre o mesmo, para o poder aplicar à prática profissional. A Perturbação do Espetro do Autismo (PEA) é uma das mais latentes perturbações do desenvolvimento humano e afeta, atualmente, cerca de 1% da população (DSM-5, 2013). Pelo crescente diagnóstico e pela diversidade das manifestações desta perturbação, os profissionais de educação necessitam de estar a par da caracterização, bem como da intervenção possível de forma a encontrar a melhor resposta a cada criança/aluno com PEA.
Objetivos
1. Conhecer a legislação e a dinâmica que regulamenta a Intervenção Precoce; 2. Reconhecer os sinais de alerta da Perturbação do Espetro do Autismo (PEA) nas diferentes faixas etárias; 3. Reconhecer a importância da Intervenção Precoce como mais-valia na articulação e intervenção em contexto escolar; 4. Apreender os conceitos basilares da Legislação da Educação Inclusiva em Portugal. 5. Conhecer o processo de desenvolvimento da transição entre ciclos; 6. Conhecer o conceito de Perturbação do Espectro do Autismo e proposta de metodologias de intervenção; 7. Delinear propostas de intervenção pedagógica/definição de estratégias pelo docente, de acordo com o perfil d@ alun@ com Perturbação do Espectro do Autismo; 8. Refletir sobre as medidas educativas a aplicar atendendo às necessidades d@ alun@ com PEA.
Conteúdos
1. Políticas Educativas para a Inclusão: legislação em Portugal. 2. Perturbação do Espectro do Autismo 2.1 Caraterísticas da Perturbação do Espectro do Autismo 2.2. Comorbilidades 2.3. Modelos de Intervenção 2.4. Teorias Neuropsicológicas 3. A Aprendizagem e a Participação 3.1 Aplicação de medidas de apoio integrado centrado na criança e na família; aplicação de medidas educativas, tendo por base a legislação como suporte à aprendizagem e à inclusão: Decreto-Lei 281/2009, de 6 de outubro; Decreto-Lei 54/2018, de 6 de julho, na sua redação atual. 3.2 Estratégias de diferenciação pedagógica e intervenção nos diversos contextos de aprendizagem; 3.3 Avaliação e monitorização do processo educativo; 3.4 Envolvimento da Família no percurso educativo d@ alun@.
Metodologias
Serão usadas metodologias que fomentem a pro-atividade dos formandos e que conjugue as exposições com atividades de prática: Expositivo / Demonstrativo / Aplicações Práticas
Avaliação
Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, nº2 do artº do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da acção); - Trabalho individual de aplicação de conhecimentos. Com os seguintes Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%)
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
American Psychiatric Association. Diagnostic and statistical manual of mental disorders: DSM 5. American Psychiatric Publishing Inc, Washington DC, abril de 2013.Antunes, Nuno Lobo [et al]. Sentidos, Alfragide: Editora Lua de papel, 2019. P. 115-208Bandeira de Lima, Claúdia. Perturbações do Neurodesenvolvimento. Lisboa Lidel-edições técnicas, lda, 2015. P. 81-115.Rogers,Sally J. [et al]. Autismo compreender e agir em família. Lisboa: Lidel-edições técnicas, lda, 2012.Rogers, Sally J. [et al] . Intervenção Precoce em crianças com autismo. Lisboa: Lidel-edições técnicas, lda, 2010.
Observações
Critérios de seleção: 1.º - Docentes do grupo de recrutamento 910, das Escolas Associadas do CFAE MINERVA; 2.º - Docentes do grupo de recrutamento 910 das Entidades Parceiras do CFAE Minerva; 3.º - Outros Docentes.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
| 2 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
| 3 | 13-03-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:15 | 4:15 | Online assíncrona |
| 4 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
| 5 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
| 6 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 21:15 | 4:15 | Online assíncrona |
| 7 | 27-03-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
AF07 - Metodologias e Estratégias de Aprendizagem Ativa com Recurso às TIC
Oficina
30.0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
A Direção-Geral da Educação disponibiliza um conjunto de ações de formação que permitem apoiar os professores e as escolas na criação de cenários inovadores de ensino e de aprendizagem, promovendo a sua utilização prática e reflexão crítica sobre os resultados e as possibilidades destas intervenções nos ...
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Ref. 354AF07T2 - 2025-2026 Inscrições abertas até 27-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125099/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 04-03-2026
Fim: 27-03-2026
Regime: b-learning
Local: None
Formador
Pedro Nuno Abrantes Oliveira Elias
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
A Direção-Geral da Educação disponibiliza um conjunto de ações de formação que permitem apoiar os professores e as escolas na criação de cenários inovadores de ensino e de aprendizagem, promovendo a sua utilização prática e reflexão crítica sobre os resultados e as possibilidades destas intervenções nos seus contextos educativos. A conceção de um cenário inovador pode ajudar a criar uma resposta aos novos desafios que se colocam à educação, à escola e aos professores do século XXI, de modo que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Pretende-se a construção de ambientes educativos aliciantes, com o uso da tecnologia, que privilegiam a ação do aluno, favorecendo a motivação, a criatividade e o envolvimento do aluno na construção individual ou coletiva do conhecimento, indo ao encontro de uma educação inclusiva enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos, através do aumento da participação nos processos de aprendizagem e na vida da comunidade educativa (Decreto-Lei nº 54/2018, de 6 de julho). Estes cenários podem ser integrados em contexto curricular das disciplinas, em contextos de trabalho interdisciplinar e/ou de articulação curricular, nomeadamente em Domínios de Autonomia Curricular, tendo por referência o Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, que regulamenta a implementação da Autonomia e Flexibilidade Curricular nas escolas.
Objetivos
Compreender e aplicar em sala de aula os princípios de aprendizagem ativa; Reconhecer os benefícios e os desafios das abordagens de aprendizagem ativa em contexto escolar; Conhecer métodos, estratégias e recursos para a integração de abordagens de aprendizagem ativa em sala de aula; Conhecer exemplos de cenários e atividades de aprendizagem presentes nos projetos de inovação pedagógica promovidos e coordenados pela European Schoolnet (EUN), úteis para o desenvolvimento de práticas de aprendizagem ativa. Criar e experimentar atividades de aprendizagem ativa em contexto educativo; Refletir sobre a aplicação destas práticas pedagógicas, centradas no aluno, em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 1: Aprendizagem ativa (3 horas) No Módulo 1 serão abordados os seguintes conteúdos: Conceito de aprendizagem ativa. Exemplos de ambientes de aprendizagem centrados no aluno. Discussão e debate sobre as principais diferenças entre aprendizagem ativa e aprendizagem passiva. Principais benefícios da pedagogia de aprendizagem ativa. Módulo 2: Estratégias de aprendizagem ativa (4,5 horas) No Módulo 2 serão abordados os seguintes conteúdos: Métodos e estratégias de aprendizagem ativa. Desafios das abordagens de aprendizagem ativa e formas de os ultrapassar. Exemplos práticos de aprendizagem ativa. Módulo 3: Organização de atividades de aprendizagem ativa para a sala de aula (4,5 horas) No Módulo 3 serão abordados os seguintes conteúdos: Planificação de atividades de aprendizagem ativa para utilização em sala de aula com os alunos. Experimentação em contexto de uma atividade de aprendizagem ativa no contexto de sala de aula. Módulo 4: Apresentação e reflexão sobre a implementação de atividades de aprendizagem ativa (3 horas) Apresentação dos resultados obtidos pelos formandos relativamente às atividades de aprendizagem ativa implementadas. Reflexão crítica sobre a experimentação realizada relativamente à aprendizagem dos alunos e desenvolvimento das suas competências. Reflexão final sobre a ação de formação.
Metodologias
Serão usadas metodologias que fomentem a proatividade dos formandos e que conjuguem as exposições com atividades de prática: 1. Apresentação e exploração das diversas temáticas constantes dos conteúdos; 2. Realização de exercícios práticos num ambiente colaborativo, de partilha e reflexão; 3. Trabalho colaborativo em pequeno no grupo para a construção recursos digitais.
Avaliação
Os formandos serão classificados A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos). Qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; Cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); Qualidade da realização das tarefas propostas (presenciais e não presenciais) e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: Participação/Contributos (40%) Trabalho de aplicação de conteúdos (60%)
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação
Bibliografia
Coldwell, J., Craig, A. & Goold, A. (2011) Using eTechnologies for Active Learning. Interdisciplinary Journal of Information, Knowledge, and Management, 6, 95-106. Retirado de http://bit.ly/2jbIj33Eison, J. (2010). Using Active Learning Instructional Strategies to Create Excitement and Enhance Learning. Retirado de http://bit.ly/2kt2MNBFelder, R. M. & Brent, R. (2009) Active Learning: An Introduction. ASQ Higher Education Brief, 2(4). Retirado de http://bit.ly/2jbFA9TGauci, S. A., Dantas, A. M., Williams, D. A. & Kemm, R. E. (2009). Promoting student-centered active learning in lectures with a personal response system. Advances Physiology Education, 33(1), 60-71. Retirado de http://bit.ly/2jwMODJGerard, Joseph G.; Knott, Melissa J.; Lederman, Reena E. (2012). Three Examples Using Tablet Technology in and Active Learning Classroom: Strategies for Active Learning Course Design Using Tablet Technology. Global Education Journal, 2012, Issue 4, 91-114. Retirado de http://bit.ly/2jlWKg4
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 06-03-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 13-03-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-03-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF03 - Capacitação Digital de Docentes - Nível 3 - 25
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. 464AF03 - 2025-2026 Inscrições abertas até 20-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134919/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 04-03-2026
Fim: 13-05-2026
Regime: b-learning
Local: Videoconferência / Brotero
Formador
Paulo Sérgio Azevedo Ribeiro
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.
Metodologias
Presencial: As sessões presenciais/síncronas são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial das Escolas Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição; 2.º Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial das Escolas Não Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF51 - Harmonização de Melodias Tradicionais Portuguesas
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores dos grupos de recrutamento M1 a M32 e M38, 250 e 610
São escassas as propostas de formação creditada, com enfoque em conteúdo científico musical, para um público-alvo abrangente: Ensino Vocacional de Música (grupos M1 a M32), Educação Musical (grupo 250) e Música (grupo 610).
No Ensino Vocacional a Música Tradicional Portuguesa está praticamente ausente dos ...
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Ref. 480AF51 - 25 - 26 Inscrições abertas até 27-02-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123213/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 07-03-2026
Fim: 28-03-2026
Regime: Presencial
Local: CFAE Minerva
Formador
Artur José Seabra David Fernandes
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento M1 a M32 e M38, 250 e 610
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento M1 a M32 e M38, 250 e 610. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento M1 a M32 e M38, 250 e 610.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
São escassas as propostas de formação creditada, com enfoque em conteúdo científico musical, para um público-alvo abrangente: Ensino Vocacional de Música (grupos M1 a M32), Educação Musical (grupo 250) e Música (grupo 610). No Ensino Vocacional a Música Tradicional Portuguesa está praticamente ausente dos programas, nomeadamente nas disciplinas de instrumento. Na Iniciação Musical e nos primeiros anos do Curso Básico usa-se bibliografia essencialmente estrangeira que inclui muitos trechos de música tradicional de outros territórios. Tem-se observado nos últimos anos uma crescente qualidade dos manuais de Educação Musical no 2º ciclo e de Música no 3º ciclo, com a inclusão de gravações de apoio ao repertório musical a trabalhar na sala de aula. Este especto vem facilitando o trabalho do professor, mas por outro lado desincentiva a pesquisa e preparação de materiais complementares. A competência específica de elaborar uma harmonização para uma melodia é um aspeto pouco desenvolvido na formação de base dos professores de Música, onde predominam as técnicas de composição erudita de períodos específicos da História da Música. O recurso à nossa música identitária para estudar e desenvolver aspetos técnicos musicais poderá ser um incentivo para músicos dada a melhor identificação e proximidade com o conteúdo. Com esta proposta pretende-se valorizar e preservar o património musical português de carácter tradicional.
Objetivos
Fazer harmonizações tonais e modais de melodias tradicionais portuguesas
Conteúdos
[5h] Enquadramento Teórico 1 Música Tradicional Portuguesa 1.1.1 Desambiguação de conceitos: Música Tradicional, Música Popular e Música Folclórica 1.1.2 Tipologias de melodias tradicionais portuguesas 2 Noções básicas do sistema tonal 2.1.1 O sistema tonal, suas características 2.1.2 Tónica. Dominante e Sub Dominante 2.1.3 Escalas diatónicas, modo maior e menor 2.1.3 Harmonia diatónica 2.1.4 Ciclos harmónicos 2.1.5 Harmonia cromática 3 Noções Básicas do sistema Modal 3.1 Os Modos e suas características 3.2 Harmonia Modal [20h] Elaboração de Harmonizações 4. Harmonização de Melodias Tradicionais 4.1 Arranjos das melodias com recurso ao sistema tonal 4.2 Arranjos das melodias com recurso ao sistema modal
Metodologias
1 Enquadramento Teórico - 5 horas teóricas 2 Elaboração de Arranjos - 20 horas teórico/práticas
Avaliação
Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, nº2 do artº do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da ação); - Serão elaborados 2 trabalhos individuais intermédios e um trabalho final com as seguintes ponderações: 1 Arranjo 1 - 25% 2 Arranjo 2 - 25% 3 Arranjo Final - 50% Com os seguintes Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%)
Modelo
Inquérito Satisfação da Ação.
Bibliografia
BOCHMAN, Christopher, A Harmonia do Tonalismo, Lisboa, Juventude Musical Portuguesa, 2003GALLOP, Rodney, Cantares do Povo Português,Lisboa, IAC, 1937GIACOMETTI, Michel & LOPES GRAÇA, Fernando, Cancioneiro Popular Português, Lisboa, Círculo de Leitores, 1981GUEST, Ian, Arranjo - Método prático (3 volumes), Rio de Janeiro, Ed. Lumiar, 1996SCHOENBERG, Arnold, Structural Functions of Harmony, London, Faber and Faber, 1999
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Professores dos grupos de recrutamento 250 e 610 das Escolas Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição; 2.º Professores dos grupos de recrutamento M1 a M32 e M38, 250 e 610 das Escolas Não Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 07-03-2026 (Sábado) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 14-03-2026 (Sábado) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 21-03-2026 (Sábado) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 28-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF87 - Saúde Mental na Escola: Promoção do Bem-Estar através de Projetos Educativos
Curso
25.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A crescente incidência de situações de ansiedade, stress e mal-estar psicológico em contexto escolar evidencia a urgência de capacitar docentes e técnicos para lidar com os desafios da saúde mental na comunidade educativa. As escolas assumem hoje um papel central na prevenção e promoção do bem-estar, sendo ...
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Ref. 479AF87- 25-26 Inscrições abertas até 06-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137621/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 11-03-2026
Fim: 27-05-2026
Regime: Presencial
Local: CFAE MINERVA
Formador
Ricardo André Nunes de Sousa Pereira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
A crescente incidência de situações de ansiedade, stress e mal-estar psicológico em contexto escolar evidencia a urgência de capacitar docentes e técnicos para lidar com os desafios da saúde mental na comunidade educativa. As escolas assumem hoje um papel central na prevenção e promoção do bem-estar, sendo fundamentais abordagens sistémicas e colaborativas. Esta ação pretende responder a uma necessidade identificada no terreno: a falta de formação estruturada que una literacia em saúde mental, estratégias de autocuidado e práticas de promoção do bem-estar no ambiente educativo. Ao promover competências de regulação emocional, empatia, comunicação consciente e trabalho colaborativo, a formação contribui para o desenvolvimento de escolas emocionalmente seguras e humanizadas. A proposta articula teoria e prática, valorizando a criação de projetos educativos concretos que integrem o bem-estar nos planos de turma e nos Projetos Educativos das Escolas, alinhando-se com as orientações da DGE, do Plano Nacional de Saúde Mental e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.
Objetivos
- Promover a literacia em saúde mental e bem-estar entre docentes e técnicos. - Capacitar os participantes para identificar sinais de mal-estar psicológico e emocional. - Desenvolver competências de autoconsciência, regulação emocional e prevenção do burnout. - Fomentar práticas de regulação, empatia e comunicação consciente em contexto escolar. - Explorar metodologias de promoção do bem-estar aplicáveis à sala de aula e à comunidade educativa. - Capacitar para a conceção, implementação e avaliação de projetos educativos de saúde mental e bem-estar. - Estimular o trabalho colaborativo entre docentes, técnicos e parceiros locais, potenciando uma cultura escolar de apoio mútuo e equilíbrio emocional.
Conteúdos
Módulo 1 - Saúde Mental na Escola: Compreender para Agir (5h) ● Conceitos fundamentais de saúde mental, bem-estar e desafios emocionais em contexto escolar. ● Fatores de risco e de proteção em contexto educativo. ● O papel da escola e dos profissionais na promoção da saúde mental. ● Políticas e referenciais nacionais: Plano Nacional de Saúde Mental, ENEC e PASEO. ● Atividades práticas: mapeamento dos fatores de risco e de proteção da escola e identificação precoce de sinais de alerta, nomeadamente em alunos com possíveis problemas de saúde mental. Módulo 2 - Cuidar de Quem Cuida: Bem-Estar e Autocuidado Docente (5h) ● Stress, ansiedade e burnout na docência. ● Estratégias de autorregulação e autocuidado como ferramentas de bem-estar docente. ● Práticas de respiração e pausa consciente. ● Práticas guiadas e reflexão: plano pessoal de autocuidado e promoção de bem-estar. Módulo 3 - Educação Emocional e Clima de Sala de Aula (5h) ● Literacia emocional e promoção de atitudes de empatia, autorregulação e bem-estar relacional. ● Comunicação empática e escuta ativa. ● Prevenção e resolução de conflitos através de estratégias de diálogo e mediação. ● Criação de ambientes seguros e de pertença. ● Atividade prática: prática de estratégias de mediação de conflitos em sala de aula, construção de ferramentas como a Caixa de Emoções ou Diário do Clima de Turma. Módulo 4 - Projetos Educativos para o Bem-Estar (5h) ● Modelos e boas práticas de promoção de saúde mental em contexto escolar. ● Planeamento e implementação de projetos. ● Envolvimento da comunidade educativa e parcerias locais. ● Avaliação do impacto e sustentabilidade. ● Trabalho de grupo: conceção de um mini projeto de promoção do bem-estar aplicável à realidade escolar. Módulo 5 - Apresentação e Partilha de Projetos (5h) ● Apresentação e partilha dos projetos realizados. ● Feedback entre pares e reflexão sobre aprendizagens. ● Integração dos projetos nos Planos de Melhoria ou Projeto Educativo da Escola. ● Atividade final: reflexão pessoal sobre aprendizagens e compromisso de ação futura.
Metodologias
A ação combina momentos teóricos, vivenciais e colaborativos, numa abordagem dinâmica e experiencial. Será utilizada metodologia ativa e participativa, com exposição dialogada, análise de casos reais e dinâmicas de grupo. Os formandos participarão em exercícios práticos, reflexões orientadas e trabalhos colaborativos, culminando na conceção e apresentação de um projeto educativo de promoção do bem-estar. O processo formativo valoriza a integração entre teoria e prática, promovendo aprendizagens significativas e aplicáveis ao contexto escolar. A avaliação será contínua e formativa, considerando a participação, as reflexões, trabalhos ou projetos desenvolvidos ao longo da ação e a reflexão crítica final.
Avaliação
A avaliação dos/as formandos/as será realizada na escala de 1 a 10, em conformidade com o Despacho n.º 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, e com o disposto no Regime Jurídico da Formação Contínua, n.º 2 do artigo 9.º do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de janeiro, bem como com a Carta Circular CCPFC-3/2007 setembro. A obtenção de classificação final depende da frequência mínima de 2/3 das horas totais de formação presencial. Parâmetros de Avaliação - Empenho e participação nas sessões: 25% - Trabalhos produzidos e contributos colaborativos: 25% - Reflexão crítica individual sobre a formação e aprendizagens consolidadas: 50%
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação de Formação
Bibliografia
DGE (2022). Educação para o Bem-Estar e Saúde Mental nas EscolasOrdem dos Psicólogos Portugueses (OPP) (2022). Escola saudavelmente: Boas práticas em saúde psicológica, bem-estar, sucesso educativo e inclusão. Lisboa: OPP.Taveira, M. C. M. (2025). Promoção da Saúde Mental nas Escolas: Perceções, Atitudes e Estratégias de Professores e Profissionais de Saúde Escolar.UNICEF Portugal (s.d.). Saúde Mental A Escola como Lugar SeguroWeare, K. (2015). Promoting Mental, Emotional and Social Health: A Whole School Approach. Routledge.
Observações
Critérios de Seleção: 1.º - Docentes das Escolas Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição; 2,º - Docentes das Escolas Não Associadas do CFAE MINERVA, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
AF35 - Avaliação das aprendizagens com recurso ao digital e a inteligência artificial
Prioridade aos docentes das Escolas Associadas do CFAE Minerva
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Educação Especial
O sucesso escolar dos alunos assenta, em grande parte, em educadores preparados para atuar, de modo consistente e formativo em todas as vertentes, no processo de desenvolvimento dos alunos, numa perspetiva integral do indivíduo como elemento responsável, autónomo e participativo da sociedade atual. Neste ...
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Ref. 477AF35-T1 Inscrições abertas até 12-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130357/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 16-03-2026
Fim: 18-05-2026
Regime: e-learning
Local: Videoconferência
Formador
Nuno Miguel Ferreira Simões
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
O sucesso escolar dos alunos assenta, em grande parte, em educadores preparados para atuar, de modo consistente e formativo em todas as vertentes, no processo de desenvolvimento dos alunos, numa perspetiva integral do indivíduo como elemento responsável, autónomo e participativo da sociedade atual. Neste processo, a avaliação constitui um elemento essencial do processo de aprendizagem e de ensino que deve ser pensada em simultâneo com as atividades de aprendizagem aquando da sua planificação, devendo ser concebida como um meio e não como um fim. Uma avaliação de elevada qualidade pode facilitar a aprendizagem porque indica o que é importante aprender, consolida aprendizagens, estrutura adequadamente a forma como os alunos autorregulam a sua aprendizagem e dedicação ao trabalho académico, promove o desenvolvimento de processos de análise, síntese e metacognição, e motiva para o prazer na aprendizagem em si. Atualmente as escolas vivem um momento de mudança no âmbito do Plano de Transição Digital, na utilização de ferramentas e plataformas digitais com o incremento da inteligência artificial A avaliação pode ser facilitada com recurso ao digital, sendo uma das áreas mais deficitárias, sendo necessário promover o desenvolvimento dessa competência digital dos docentes. Esta ação de formação pretende auxiliar os professores a tirar partido das Tecnologias Digitais e da Inteligência Artificial para construir instrumentos diversificados .
Objetivos
- Identificar os diferentes propósitos da avaliação e instrumentos adequados a cada um; - Identificar as vantagens e desvantagens da avaliação com o digital; - Ilustrar formas de ultrapassar as fragilidades da avaliação digital; - Identificar, selecionar, avaliar e utilizar tecnologias digitais adequadas a atividades avaliativas a promover; - Promover o desenvolvimento de competências na seleção de tecnologias digitais adequadas; - Ser capaz de implementar atividades de avaliação numa ferramenta digital. - Utilização de Plataformas de Inteligência Artificial para apoio na Avaliação.
Conteúdos
Organização e planeamento da ação (1 hora) - Apresentação da ação, objetivos, conteúdos e dinâmicas da formação - Organização do trabalho a desenvolver - Documentação e recursos de apoio Conceitos básicos de avaliação (3 horas) - Clarificação do conceito de avaliação - Dilemas, funções, objetivos, referenciais, métodos e instrumentos Qualidade da Avaliação (2 horas) - Critérios de qualidade e regulação da avaliação: fiabilidade e validade Ambientes online e novas abordagens na avaliação das aprendizagens (7 horas) - Aprendizagem e avaliação na era digital - Competências e Taxonomias em ambientes digitais - Vantagens e desvantagens da avaliação em ambientes digitais - Avaliação online das aprendizagens vs Avaliação das aprendizagens online - Feedback e autorregulação Instrumentos de avaliação e aplicações digitais para avaliação das aprendizagens (10 horas) - Exploração e criação de instrumentos de avaliação com recurso à plataforma do Agrupamento e a ferramentas da Web 2.0 - Utilização de plataformas de Inteligência Artificial no apoio à avaliação - Análise da aplicabilidade pedagógica destas ferramentas Avaliação (2 horas) Apresentação e apreciação de trabalhos. Avaliação da ação. Total: 25 horas
Metodologias
As sessões serão compostas por uma parte teórica, dirigida a todos os docentes, e uma parte prática em que os formandos serão agrupados por áreas de conhecimento para desenvolvimento de um trabalho mais adequado à sua ação. Iniciam-se com a exposição teórica e demonstrativa dos conteúdos, por parte do formador, e com exemplos devidamente contextualizados. Segue-se uma exploração conjunta com os formandos dos ambientes online, dos instrumentos de avaliação e de aplicações digitais para avaliação das aprendizagens. Em grupo, ou individualmente, os formandos deverão iniciar o desenvolvimento de um pequeno projeto de planificação (visando a sua implementação posterior em sala de aula com os alunos) de diversas modalidades de instrumentos de avaliação diagnóstica, formativa, sumativa de apoio às aprendizagens de um determinado conteúdo programático das disciplinas lecionadas pelos formandos, destinadas a ser utilizadas online e recorrendo às ferramentas digitais exploradas.
Avaliação
Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, n.º2 do art.º do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da acção); - Trabalho individual de aplicação de conhecimentos. Com os seguintes Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%)
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfJisc (2020) The Future of Assessment: Five Principles, Five Targets for 2025. Bristol: Jisc Innovation Group.Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.
Observações
Critérios de Seleção: 1.º Docentes das Escolas Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição; 2.º Docentes das Escolas Não Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
AF86 - O processo disciplinar na construção do Projeto Educativo das Escolas e Agrupamentos
Curso
25.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores do Ensino Especial
O Estatuto do Aluno e da Ética Escolar (Lei n.º 51/2012, de 5 de Setembro) veio a trazer algumas alterações no modelo de trabalho no âmbito da instauração de procedimento disciplinar. O novo código de procedimento administrativo (Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, com as alterações introduzidas pela ...
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Ref. 478AF86- 25-26 Inscrições abertas até 13-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135854/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 18-03-2026
Fim: 08-05-2026
Regime: Presencial
Local: CFAE MINERVA
Formador
João Manuel Caetano Serôdio
Helder Pereira Martins Jorge
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores do Ensino Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Associação de Escolas Minerva
Enquadramento
O Estatuto do Aluno e da Ética Escolar (Lei n.º 51/2012, de 5 de Setembro) veio a trazer algumas alterações no modelo de trabalho no âmbito da instauração de procedimento disciplinar. O novo código de procedimento administrativo (Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 72/2020, de 16 de novembro) trouxe também algumas alterações na forma de realização deste tipo de tarefas dentro das escolas. Importa aos docentes sobre quem possa recair este tipo de função, conseguir ter uma visão holística desta nova realidade processual para que possam desempenhá-la da melhor forma possível, no superior interesse da educação dos jovens e no âmbito do Projeto Educativo dos Agrupamentos.
Objetivos
- Disponibilizar informação/ferramentas fundamentais; - Compreender qual o enquadramento legal; - Enquadrar o procedimento disciplinar no âmbito do funcionamento organizacional do respetivo Agrupamento; -Analisar pontos fortes e de pontos fracos dos documentos atualmente em uso corrente; - Perspetivar o procedimento disciplinar como ferramenta no envolvimento /desenvolvimento do processo de ensino/aprendizagem do aluno; - Refletir sobre os cronogramas de procedimento disciplinar e sua importância; - Aprender a formular perguntas que conduzam a resultados objetivos; - Estimular a partilha de experiências na realização do trabalho processual.
Conteúdos
1.Direitos e deveres dos alunos; (2h) 2. Medidas disciplinares previstas; (2h) 3. Medidas disciplinares sancionatórias (art.º 28.º i); (2h) 4. Tramitação do procedimento disciplinar (artigo 30.º); (2h) 5. Execução das medidas disciplinares (artigos 34 e 35.º); (2h) 6. As vantagens e as desvantagens da suspensão da execução da medida disciplinar sancionatória (ponto 3 do art.º 33); (1h) 7. Análise de pontos portes e de pontos fracos de documentos utilizados (1h30m) 8. Benefícios no Procedimento Disciplinar (PD) da aplicação da Estratégia para a Transformação Digital da Administração Pública 2021-2026 (1h30m) 9. A elaboração de cronogramas de procedimento disciplinares e a sua importância. (1h30m) 10. A importância da formulação de perguntas e a sua técnica. (3 horas) 11. Análise das circunstâncias do pedido de escusa do instrutor e da sua importância, tendo em consideração a evolução processual. (1h30m) 12. Minutas para a tramitação do procedimento disciplinar de alunos. (2h30m + 2h30m)
Metodologias
Exposição e trabalho prático
Avaliação
Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Os/As formandos/as serão avaliados utilizando a escala de 1 a 10 valores, conforme estipulado no Despacho n.° 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (40%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (45%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (15%)
Modelo
Inquérito de Satisfação da Ação
Bibliografia
FODDY, William (1996) - Como perguntar: teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários. Oeiras : Celta, 1996.- 228 p. ISBN 972-8027-54-0Lei n.º 51/2012 de 5 de Setembro.Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro Novo CPA.Lei n.º 72/2020, de 16 de novembro - Estabelece um regime transitório de simplificação de procedimentos administrativos e altera o Código do Procedimento Administrativo.Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP) - Lei n.º 35/2014, de 20 de junho.
Observações
Critérios de seleção: 1.º - Docentes das Escolas Associadas do CFAE Minerva, por ordem de inscrição; 2,º Docentes das Escolas Não Associadas do Minerva, por ordem de inscrição.
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